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Torres, RS, 26 de Abril de 2017.

Falta de condições de trabalho e de segurança ameaçam trabalhos do Pronto Atendimento em Torres, conforme SIMERS
Qua, 01 de Fevereiro de 2017 21:03

 

 

 

 

Por Nana Hausen (Imprensa SIMERS)

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O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) esteve em Torres na quarta-feira (31/01), para mais uma etapa da Operação de Olho na Saúde no Verão 2017.  Durante a ação, que foi coordenada pelo diretor da entidade, André Gonzales, ficaram constatados problemas já apontados pelo SIMERS como falta de segurança no Pronto Atendimento (PA) e ausência de padronização de atendimento a pacientes da cidade e dos arredores. A criação de uma forma de gratificação da atividade médica é outra questão que compromete a qualidade dos serviços prestados na unidade.

De acordo com o diretor do SIMERS, a ausência de protocolo para o atendimento das pessoas provenientes de outras localidades é um ponto que preocupa. “ É preciso definir como é feita a remoção dos pacientes. As condições de trabalho dos médicos e a qualidade dos serviços prestados à comunidade dependem disso”, destaca Gonzales.  A existência de somente um vigia denuncia o problema de segurança existente. Seguidamente ocorrem casos de intimidação e perseguição dos médicos e agressão entre pacientes, com necessária intervenção dos profissionais que trabalham no local.     

Segundo o diretor, houve avanços desde as últimas reivindicações feitas pelo Sindicato Médico, em outubro do ano passado. Na ocasião, havia somente um médico atendendo no local. Atualmente, o PA disponibiliza entre dois e três profissionais em cada turno. “ Ainda existem médicos insuficientes em diversos horários no PA, por conta de dificuldades de contratação. Uma dessas barreiras ocorre porque municípios do entorno utilizam a estrutura, se comprometem em colocar verba e não honram o compromisso”, explica o diretor, complementando que o problema pode fazer com que a cidade perca profissionais “O município tem que melhorar o seu atendimento e, inclusive, fazer melhores contratos com os municípios vizinhos. Isso é viável e deve ser definido”.

 

 
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