Primeira piscina de ondas artificiais do Brasil pode ser construída em Garopaba (SC)

Ian Gouveia testa a potência da Wavegarden The Cove: tecnologia na mira de empresários brasileiros
14 de Fevereiro de 2018

No fim do ano passado, as maiores empresas de ondas artificiais do mundo – Wavegarden e Kelly Slater Wave Co. – deram sinais de que podem desembarcar no mercado brasileiro em breve.
Enquanto a piscina desenvolvida por Kelly Slater ainda está em fase de estudos no País, a tecnologia da pioneira Wavegarden ganha força e deve pisar primeiro em solo brasileiro.
Há alguns meses, Fernando Odriozola, um dos sócios da Wavegarden, esteve em Garopaba (SC) para conhecer o projeto Surfland, comandado pelo empresário André Giesta.
Composto por um resort e um amplo condomínio de luxo, o Surfland receberá a versão 2.0 da Wavegarden, conhecida como The Cove, com ondas de até 2 metros e mais de 150 metros de extensão.

Fase de captação de recursos

A operação da piscina ficará sob responsabilidade da Global Wave Parks (GWP), empresa especialista no ramo e que desenvolve este tipo de projeto ao redor do mundo. Apesar do terreno comprado e o licenciamento ambiental já encaminhado, o Surfland ainda está em fase final de captação de recursos. Este tem sido o último obstáculo para empresas que sonham implementar uma piscina de onda no mercado brasileiro.
Por outro lado, a Wavegarden saiu satisfeita com o projeto no litoral catarinense e já assinou um contrato de exclusividade com o empreendimento para toda a região Sul do País.
No fim do ano passado, as maiores empresas de ondas artificiais do mundo – Wavegarden e Kelly Slater Wave Co. – deram sinais de que podem desembarcar no mercado brasileiro em breve.
Enquanto a piscina desenvolvida por Kelly Slater ainda está em fase de estudos no País, a tecnologia da pioneira Wavegarden ganha força e deve pisar primeiro em solo brasileiro.
Há alguns meses, Fernando Odriozola, um dos sócios da Wavegarden, esteve em Garopaba (SC) para conhecer o projeto Surfland, comandado pelo empresário André Giesta.
Composto por um resort e um amplo condomínio de luxo, o Surfland receberá a versão 2.0 da Wavegarden, conhecida como The Cove, com ondas de até 2 metros e mais de 150 metros de
A operação da piscina ficará sob responsabilidade da Global Wave Parks (GWP), empresa especialista no ramo e que desenvolve este tipo de projeto ao redor do mundo.
Apesar do terreno comprado e o licenciamento ambiental já encaminhado, o Surfland ainda está em fase final de captação de recursos. Este tem sido o último obstáculo para empresas que sonham implementar uma piscina de onda no mercado brasileiro.

*Por Alexandre Versiani (originalmente publicado no portal Waves)


Publicado em: Turismo






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