Atropelamento na BR 101 no Campo Bonito prova o risco reclamado por moradores

29 de outubro de 2010

 

 

 

Uma faixa de protesto colocada de frente para a estrada pela Associação de Moradores do bairro Campo Bonito, que se localiza no entorno da BR 101 duplicada, sugeria em seu texto que seria necessária uma ví­tima para que as autoridades solucionassem os problemas da travessia de pedestres na vida duplicada. Mas agora o reclame já está sem nexo, pois na quarta-feira passada (27) um pedestre foi atropelado justamente naquele bairro, e ví­tima visí­vel da falta de segurança que existe para atravessar a rodovia.  

 Um homem de em torno de 50 anos desceu do í´nibus em frente í  Escola da localidade para ir trabalhar em uma obra no bairro. Mas, ao tentar atravessar a segunda parte da rodovia duplicada, deve ter confundindo a mão, ou confundido a velocidade (atualmente muito alta no local) e não viu um caminhão que vinha em sua direção. Por sorte o motorista conseguiu travar e desviar o veí­culo, pegando o homem de raspão, que foi levado ao hospital com fraturas e ferimentos, mas com vida.  

Ironicamente, o atropelamento se deu em uma das duas passagens deixadas na mureta central da estrada, chamada de defensa pelo projeto original. Isto quer dizer que o pedestre não teve de pular o muro como muitos se obrigam, mas mesmo assim foi atropelado. A rodovia não oferece passarela para os moradores do Campo Bonito e São Brás, o que denunciam os moradores.

 A associação do local se reuniu mais uma vez para tentar agir de alguma forma, pois os riscos e os quase atropelamentos são diários no Local. Um dos moradores ligou para a rádio Maristela pedindo providência. A rádio ficou de fazer uma cobertura ao vivo dos perigos da estrada no bairro torrense semi- urbano localizado nas margens da BR 101. Eles querem acionar a mí­dia de massa estadual como a RBS, SBT e outras emissoras, para que façam uma matéria de alcance estadual e nacional para chamar a atenção.

   

Paralisação ganha mais adesíµes

   

Mais uma vez, no entanto, a ideia de paralisar a rodovia com pneus incendiados veio í  tona por parte da Associação local. Eles insistem que gostariam que as coisas fossem resolvidas de forma negociada e sem intervenção na ordem, mas estão desiludidos.

   Na semana passada A FOLHA fez uma matéria completa mostrando as visí­veis diferenças de segurança na rodovia comparando o trecho da estrada localizado em Santa Cataria e o Trecho gaúcho, onde fica clara a desvantagem dos moradores de Torres e cidades do Estado.

 


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