Inadimplência no Brasil cresce em 2010, mas em Torres o movimento foi inverso
15 de janeiro de 2011
Vendas cresceram somente 5% em 2010 em relação a 2011
A inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 6,3% em 2010, na comparação com 2009, ano em que o Brasil sofreu os principais impactos da crise financeira internacional, informou na terça-feira a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. Em 2009, havia sido registrado um crescimento de 5,9% da inadimplência na comparação com 2008.
Durante a passagem de novembro para dezembro do ano passado, as dívidas não bancárias (cartíµes de crédito, financeiras e serviços) apresentaram um crescimento de 2,4%. Já o índice de cheques devolvidos por falta de fundos cresceu 3,5% no mesmo período. Os protestos tiveram um aumento mensal de 5,5%. Por outro lado, as dívidas bancárias não honradas caíram 0,6%.
Em Torres movimento foi inverso
Em Torres, conforme informa a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) através do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), local que informe somente os dados da venda í prazo no crediário (não entra cartão de crédito nem cheque pré-datado), a inadimplência teve queda, o que mostra o inverso dos dados do Brasil. Dos clientes que estavam na lista suja do crediário, 57% conseguiram pagar as dívidas e deixar seus nomes com crédito liberado, contra 43% no ano anterior (2009). Conforme informou o diretor do SPC Marcos Santana, isto se deve í disciplina do consumidor em relação í s compras, principalmente nos produtos sem necessidade primaria.
Já de acordo com o nível de consultas para a obtenção de crédito, que de alguma forma se trata de um termí´metro de vendas, houve um crescimento pequeno em relação ao ano de 2009: somente 5%. Conforme informa o mesmo dirigente do SPC, alguns segmentos superaram o índice pelo perfil, como o de Materiais de construção, Lojas de Eletrodomésticos, dentre outros. Já as lojas de Confecção se mantiveram na média estáveis, qual seja, sem crescimento nominal.
Janeiro começa fraco aqui na cidade
Quanto aos primeiros dias de Janeiro de 2011, o mesmo termí´metro do SPC aponta para uma pequena queda de vendas em relação ao mesmo período de início de ano em 2010. "Notamos que não houve uma reação do comércio em relação í circulação de turistas e veranistas em nossa cidade, afirma Santana. No comércio hoje o movimento esta 2% a menos neste primeiro dias do ano em relação a 2010, encerra o executivo da CDL.


