OPINIíO – Responsabilidade e Mulheres & espí­rito materno no Poder

11 de fevereiro de 2011

Responsabilidade e Mulheres & espí­rito materno no Poder

   

A presidente Dilma está mostrando í  que veio já nos primeiros dias de sua gestão. Cortou na carne o orçamento,  baixando em R$ 50 bilhíµes as despesas publicas projetadas para 2011. Dizem alguns que é uma estratégia para conseguir aprovar o Salário Mí­nimo que o governo quer, o que não acredito, pois esta matéria chega a ser ridí­cula. A própria oposição não tem pressionado muito sobre o valor, a pressão vem do PMDB, que quer barganhar cargos, mostrando-se irresponsável.  

Dilma reduz principalmente as despesas correntes e fixas, embora tenha cortado emendas parlamentares também. O objetivo é fazer sobrar caixa para que o governo tenha fí´lego para realizar investimentos vitais como, por exemplo, na geração de energia e na logí­stica da nação, visando deixar mais competitivas as empresas e produtos brasileiros.  

Está muito parecida a gestão inicial de Dilma com a de Yeda Crusius aqui no RS. Aqui no Estado deu resultado, pois nunca haví­amos visto tanto fí´lego para investir nas últimas décadas, provado cabalmente em OBRAS e equiparação da estrutura fí­sica do Estado.  

 Acho que o estilo Dilma cada vez mais se aproximará do estilo Yeda, dando chance para que cheguemos í  conclusão que se trata talvez da maior responsabilidade do gênero feminino nas finanças, que por planejamento genético não arrisca que a casa fique sem dinheiro para o básico do dia-a-dia: tarefa de qualquer mãe responsável.

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De fora

   

Se correr, o bicho…

   

A moralidade que todos nós, prezados leitores-eleitores, queremos ver recuperada na atividade polí­tica e parlamentar poderá receber outro golpe, na escolha do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Dois nomes petistas de São Paulo estão postos: João Paulo Cunha, que está entre os 40 denunciados no Mensalão, e Ricardo Berzoini, um dos lí­deres do escândalo dos Aloprados, em 2006.  Do periscóio-í‰rico ValdugaPeriscópio

 

   

Tarso é hoje a Dilma de ontem

   O governador reclamou, outro dia, que a imprensa pauta o poder público com o objetivo de reduzir o Estado e a polí­tica a uma questão de custosHá três semanas, em entrevista ao JC, o governador Tarso Genro fustigou a ideologia que se fundamenta somente na racionalidade financeira do Estado. Esta ideologia, segundo ele, permearia a imprensa, que pauta o poder público no sentido de reduzir o Estado e a polí­tica a apenas uma questão de custos. Referia-se í s crí­ticas ao seu iní­cio de gestão, em que elevou a despesa com a criação de novos órgãos, aumento de salários nos primeiros escalíµes e contratação de mais funcionários, em montante estimado por baixo em R$ 100 milhíµes neste primeiro ano. Em paradoxo, poucos dias antes da declaração de seu chefe, o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, alertara para a existência de um déficit de caixa de R$ 150 milhíµes nas contas do Tesouro, a estourar em março. í‰ claro que a investida do chefe do Executivo destinou-se a tentar justificar o seu gasto excessivo e privilegiador, também destinado a atender os pleitos por cargos da coligação de partidos que lhe elegeu. Mas é preciso perguntar se a presidente Dilma Rousseff foi pautada pela imprensa no corte de R$ 50 bilhíµes no Orçamento da União para este ano, anunciado ontem, para conter despesas? Despesas estas determinadas por seu antecessor e patrono, a maior parte delas quando ela chefiava a Casa Civil, e que foram influentes na sua eleição. A propósito, a contenção federal vai infelizmente bater no chão farroupilha, prejudicando o resultado da relação partidária Tarso-Dilma, apregoada na campanha eleitoral como trunfo da candidatura petista local

Periscópio. íˆrico Valduga

 

 

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NO LUGAR ERRADO?

   

 Vejam o que saiu em 6 de fevereiro de 2011 no jornal Diário Catarinenses. O colunista praticamente sepulta o Turismo em Florianópolis… Que lance!!!

   

 Por : CACAU MENEZES

   

Turista acidental

   

O turismo em Floripa é bom para quem? Só para donos de hotéis e restaurantes, cujas taxas IPTU e ISS foram reduzidas nas últimas administraçíµes. E alguns manezinhos que alugam seus imóveis e vão dormir na casa da sogra. O restante são migalhas: produtos de R$ 1,99 e comida por quilo. Mas o nativo sofre com cachorros na praia, chimarrão, frescobol, praias poluí­das, estradas congestionadas, espaços ocupados, água, luz, preços inflacionados e ainda se aguenta turista resmungão. Para este, falta estacionamento, sobram filas, falta educação, banheiros públicos (de preferência grátis) e a ameaça de nunca mais voltar, como se dele fí´ssemos sentir falta. Vivemos numa Ilha e as ruas não podem ser alargadas, os viadutos só transferem os congestionamentos e os órgãos públicos não vão dobrar o fornecimento de água, luz e telefone para atender uma população flutuante que aqui veraneia por meros 30 dias. Pode ser politicamente incorreto, mas a solução é proibir a circulação de veí­culos com placas de fora de Santa Catarina durante todo o janeiro; quem está não sai e quem vem não entra de carro de fora do Estado.  

   

Comentário:  

   

O colunista Cacau Menezes não tem noção do que representa a Construção Civil feita para os VERANISTAS. E se não houver veranistas não haveria a atual Floripa. E se não for turí­stica, babau veranista… O COLUNISTA QUER APLICAR O COMUNISMO. Manter sua mordomia de seu emprego causada pelo turismo local, mas quer mandar embora quem proporcionou isto: o turista e o veranista. Não dá para entender como uma empresa como RBS aceita esta visão mí­ope e neurastênica…

     

 

Perigos nas furnas

     

 O VEREADOR Betão da Cal mais uma vez pede providências para os riscos que correm os turistas que vão í s furnas da Praia da  Guarita e não cuidam com os perigos do mar. Na semana passada mais uma pessoa morreu por lá, e por isto Betão pede que os bombeiros ajudem na segurança.

 Pode ser isto também, embora eu ache difí­cil manter um servidor da Brigada Militar por lá de plantão, um por furna… O ideal seria colocar uma cerca fixa de proteção com placas de aviso para não ultrapassar a mesma.        


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