Responsabilidade e Mulheres & espírito materno no Poder
A presidente Dilma está mostrando í que veio já nos primeiros dias de sua gestão. Cortou na carne o orçamento, baixando em R$ 50 bilhíµes as despesas publicas projetadas para 2011. Dizem alguns que é uma estratégia para conseguir aprovar o Salário Mínimo que o governo quer, o que não acredito, pois esta matéria chega a ser ridícula. A própria oposição não tem pressionado muito sobre o valor, a pressão vem do PMDB, que quer barganhar cargos, mostrando-se irresponsável.
Dilma reduz principalmente as despesas correntes e fixas, embora tenha cortado emendas parlamentares também. O objetivo é fazer sobrar caixa para que o governo tenha fí´lego para realizar investimentos vitais como, por exemplo, na geração de energia e na logística da nação, visando deixar mais competitivas as empresas e produtos brasileiros.
Está muito parecida a gestão inicial de Dilma com a de Yeda Crusius aqui no RS. Aqui no Estado deu resultado, pois nunca havíamos visto tanto fí´lego para investir nas últimas décadas, provado cabalmente em OBRAS e equiparação da estrutura física do Estado.
Acho que o estilo Dilma cada vez mais se aproximará do estilo Yeda, dando chance para que cheguemos í conclusão que se trata talvez da maior responsabilidade do gênero feminino nas finanças, que por planejamento genético não arrisca que a casa fique sem dinheiro para o básico do dia-a-dia: tarefa de qualquer mãe responsável.
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De fora
Se correr, o bicho…
A moralidade que todos nós, prezados leitores-eleitores, queremos ver recuperada na atividade política e parlamentar poderá receber outro golpe, na escolha do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Dois nomes petistas de São Paulo estão postos: João Paulo Cunha, que está entre os 40 denunciados no Mensalão, e Ricardo Berzoini, um dos líderes do escândalo dos Aloprados, em 2006. Do periscóio-í‰rico ValdugaPeriscópio
Tarso é hoje a Dilma de ontem
O governador reclamou, outro dia, que a imprensa pauta o poder público com o objetivo de reduzir o Estado e a política a uma questão de custosHá três semanas, em entrevista ao JC, o governador Tarso Genro fustigou a ideologia que se fundamenta somente na racionalidade financeira do Estado. Esta ideologia, segundo ele, permearia a imprensa, que pauta o poder público no sentido de reduzir o Estado e a política a apenas uma questão de custos. Referia-se í s críticas ao seu início de gestão, em que elevou a despesa com a criação de novos órgãos, aumento de salários nos primeiros escalíµes e contratação de mais funcionários, em montante estimado por baixo em R$ 100 milhíµes neste primeiro ano. Em paradoxo, poucos dias antes da declaração de seu chefe, o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, alertara para a existência de um déficit de caixa de R$ 150 milhíµes nas contas do Tesouro, a estourar em março. í‰ claro que a investida do chefe do Executivo destinou-se a tentar justificar o seu gasto excessivo e privilegiador, também destinado a atender os pleitos por cargos da coligação de partidos que lhe elegeu. Mas é preciso perguntar se a presidente Dilma Rousseff foi pautada pela imprensa no corte de R$ 50 bilhíµes no Orçamento da União para este ano, anunciado ontem, para conter despesas? Despesas estas determinadas por seu antecessor e patrono, a maior parte delas quando ela chefiava a Casa Civil, e que foram influentes na sua eleição. A propósito, a contenção federal vai infelizmente bater no chão farroupilha, prejudicando o resultado da relação partidária Tarso-Dilma, apregoada na campanha eleitoral como trunfo da candidatura petista local
Periscópio. íˆrico Valduga
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NO LUGAR ERRADO?
Vejam o que saiu em 6 de fevereiro de 2011 no jornal Diário Catarinenses. O colunista praticamente sepulta o Turismo em Florianópolis… Que lance!!!
Por : CACAU MENEZES
Turista acidental
O turismo em Floripa é bom para quem? Só para donos de hotéis e restaurantes, cujas taxas IPTU e ISS foram reduzidas nas últimas administraçíµes. E alguns manezinhos que alugam seus imóveis e vão dormir na casa da sogra. O restante são migalhas: produtos de R$ 1,99 e comida por quilo. Mas o nativo sofre com cachorros na praia, chimarrão, frescobol, praias poluídas, estradas congestionadas, espaços ocupados, água, luz, preços inflacionados e ainda se aguenta turista resmungão. Para este, falta estacionamento, sobram filas, falta educação, banheiros públicos (de preferência grátis) e a ameaça de nunca mais voltar, como se dele fí´ssemos sentir falta. Vivemos numa Ilha e as ruas não podem ser alargadas, os viadutos só transferem os congestionamentos e os órgãos públicos não vão dobrar o fornecimento de água, luz e telefone para atender uma população flutuante que aqui veraneia por meros 30 dias. Pode ser politicamente incorreto, mas a solução é proibir a circulação de veículos com placas de fora de Santa Catarina durante todo o janeiro; quem está não sai e quem vem não entra de carro de fora do Estado.
Comentário:
O colunista Cacau Menezes não tem noção do que representa a Construção Civil feita para os VERANISTAS. E se não houver veranistas não haveria a atual Floripa. E se não for turística, babau veranista… O COLUNISTA QUER APLICAR O COMUNISMO. Manter sua mordomia de seu emprego causada pelo turismo local, mas quer mandar embora quem proporcionou isto: o turista e o veranista. Não dá para entender como uma empresa como RBS aceita esta visão míope e neurastênica…
Perigos nas furnas
O VEREADOR Betão da Cal mais uma vez pede providências para os riscos que correm os turistas que vão í s furnas da Praia da Guarita e não cuidam com os perigos do mar. Na semana passada mais uma pessoa morreu por lá, e por isto Betão pede que os bombeiros ajudem na segurança.
Pode ser isto também, embora eu ache difícil manter um servidor da Brigada Militar por lá de plantão, um por furna… O ideal seria colocar uma cerca fixa de proteção com placas de aviso para não ultrapassar a mesma.


