R$ 1 bilhão na economia de Torres

19 de março de 2011

Condomí­nio alavanca a indústria, o comércio e

 os serviços no Municí­pio

   

A chegada de um grande empreendimento numa cidade é sempre uma mola propulsora para todos os segmentos da economia local. Em Torres não é diferente. A cidade vive um momento de revitalização e ficará ainda melhor. A implantação do Reserva das íguas dá sinais deste incremento econí´mico. A Construtora Cádiz, que recentemente lançou o condomí­nio em Torres, fez um estudo sobre o impacto econí´mico no Municí­pio a partir do lançamento do empreendimento. Os números são animadores. A estimativa é de que nos próximos anos, a existência do condomí­nio injetará na economia torrense mais de R$ 1 bilhão de reais, gerando vitalidade para a indústria, o comércio e os serviços. Para efeitos de comparação sobre o que significa este volume: o orçamento da Prefeitura, para 2011, é de cerca de R$ 72 milhíµes.    

O estudo aponta que nas fases de lançamento e comercialização, os gastos comerciais e os serviços de intermediação de vendas totalizarão R$ 24,8 milhíµes, enquanto que os gastos com materiais e serviços no perí­odo de 5 anos, quando estarão sendo executadas as obras do loteamento, vão atingir a cifra de R$ 65 milhíµes. Após a conclusão e a entrega dos lotes urbanizados, inicia-se a construção e o mobiliamento das 750 casas, onde serão dispendidos outros R$ 493,3 milhíµes de reais, distribuindo-se R$ 341,6 milhíµes entre materiais e serviços na construção e mais R$ 151,7 milhíµes em mobiliamento. í‰ a alavancagem da indústria, do comércio e dos serviços no Municí­pio de Torres, finalizando, aí­, a fase que compreende os primeiros cinco anos do estudo.  

Já a segunda fase, que compreende os 15 anos seguintes, quando o Empreendimento estará consolidado, outros R$ 452,5 milhíµes estarão circulando na economia, oriundos dos gastos com os serviços de administração do condomí­nio, com os materiais e os serviços empregados na manutenção das casas, com os salários dos empregados domésticos que prestarão serviços nas residências, além do gasto no consumo das famí­lias proprietárias dos imóveis. Então, estima-se que R$ 1.035,6 bilhão tenha circulado na economia, sem mencionar o efeito multiplicador que tal afluxo de recursos proporciona num segundo momento.  

A geração tributária proporcionada pelo Empreendimento significará um expressivo aumento na arrecadação do Municí­pio de Torres, estimando-se para o perí­odo do estudo uma arrecadação de R$ 7,1 milhíµes em ITBI, R$ 73,9 milhíµes em IPTU, R$ 5,0 milhíµes em Imposto Sobre Serviços, além da geração de R$ 93,1 milhíµes em ICMS.

 Quanto aos postos de trabalho e salários, os números também são muito positivos. Somente na fase das obras de infraestrutura do loteamento e construção das casas, nos primeiros cinco anos, o empreendimento proporcionará 1.668 empregos diretos. Na fase seguinte, serão mais 551 empregos, ocupados na administração do Condomí­nio, nos serviços domésticos das residências e na manutenção das casas. Esta nova frente de trabalho vai gerar R$ 284,6 milhíµes de reais, sendo que nos primeiros cinco anos, estes trabalhadores receberão R$ 122,8 milhíµes de reais e outros R$ 161,8 milhíµes de reais pagos aos trabalhadores no perí­odo de 15 anos, correspondente í  segunda fase do estudo.  


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