Gimi diz que Promotor Público tem apenas um telefonema aní´nimo como prova de suas acusações contra prefeitura e empresários torrenses

2 de maio de 2011

 

 

Na última sessão da Câmara Municipal, que aconteceu na segunda-feira (25), o inquérito aberto contra o prefeito e eu vice pelo Ministério Público de Torres foi um dos temas de debate nos posicionamentos de tribuna proferidos pelos vereadores na sessão ordinária.    

O vereador Idelfonso Brocca (PP) afirmou em seu discurso que aprovava os jornais (incluindo A FOLHA) que publicaram a matéria, questionando outros que não colocaram a pauta em suas publicaçíµes. Ele afirmou também que ficará atendo ao processo, já que se trata de matéria séria, com acusaçíµes inclusive í s empresas e empresários da cidade.  

Brocca elogiou mais uma vez o vereador Machado (PMDB), conforme sua avaliação pela coragem que teve de informar publicamente sobre o processo apontado í  Mesa Diretora da Câmara há duas semanas, mesmo correndo risco de sofrer retaliaçíµes de seu partido, o PMDB. Ele disse que é necessário haver mais fiscalização por parte dos vereadores, pois para ele a casa tem aprovado temas que contêm escondidas cláusulas que podem enganar os vereadores.

 Já o vereador Gimi pediu í  parte na manifestação de Brocca e afirmou que foi buscar as provas das acusaçíµes do MP solicitadas pela casa legislativa na semana passada e não obteve êxito. O presidente da Câmara afirmou que o promotor Viní­cius de Melo Lima teria somente um telefonema aní´nimo como fundamentação e plataforma probatória para suas denúncias, feitas a duas empresas, um empresário e ao prefeito João Alberto e seu vice Pardal.


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