A prefeitura de Torres através do prefeito João Alberto Cardoso oficiou a Câmara Municipal pedindo a realização de uma sessão extraordinária para o dia 30, terça feira. Para a sessão a prefeitura elencou oito projetos de lei para serem aprovados ou rejeitados em uma mesma sessão. í‰ que a casa legislativa entraria em recesso na sexta-feira e voltaria a se reunir ordinariamente somente no mês de agosto.
O vereador George Rech (PTB) pediu que fossem retirados de pauta e transferidos em suas discussíµes na casa os projetos 46/2011, 53/2011 e 55/2011. O 43 trata da renovação de contrato com o Hospital Navegantes pela prefeitura e autorização de repassar R$ 598,33 mil í entidade por conta do convênio. O vereador Rogerinho (PP) explicou sua intenção de retirar este item da pauta afirmando que em conversas entre os edis os mesmos não estariam dispostos a permitir que o Hospital Navegantes continuasse mandando mulheres em trabalho de parto para terem seus filhos em outras cidades. Rogerinho disse que há uma disposição por parte dos vereadores de utilizar a renovação do contrato para exigir esta garantia do hospital, pois a demanda é do SUS, mas tem prejudicado os munícipes locais.
Já os projetos 53 e 55 autorizariam a prefeitura para que contratasse servidores da saúde para Contratos por Tempo Limitado. Os vereadores Rogerinho e George Rech afirmaram que discordam da diferença de salários pagos nos novos contratos, se comparados com os atuais, portanto, pediram prazo. Foi aprovado por unanimidade o pedido de retirada dos três projetos.
Aprovada a prorrogação de contratos de servidores da saúde atuais
O projeto 54/2011 foi aprovado também por unanimidade, com uma emenda definindo mais uma vez o prazo de sei meses para três meses, mas recebeu críticas de vereadores da oposição e do próprio vereador George Rech, que faz parte da base do governo João Alberto. í‰ que muitos deles já haviam se posicionado que não concordavam com as contrataçíµes sem concurso. Os vereadores Brocca (PP) e Rech pediram a palavra e mantiveram suas posiçíµes. Rech sugeriu que não houvesse nova prorrogação (em setembro). Para ele desta forma prefeitura escolheria um jeito definitivo de relação de trabalho. Já o vereador Brocca manteve também sua opinião. Para ele ao menos alguns cargos deveriam ser efetivos, de pessoas concursadas pela municipalidade.
Todos os outros projetos foram provados por unanimidade. Na maioria, as matérias não tratavam de temas pouco polêmicos.


