OPINIíO – A Polí­tica énecessária…

25 de julho de 2011

 

 

 

Polí­tica é saudável…

   

í‰ certo e legí­timo que a sociedade esteja indignada com esta verdadeira coluna policial que se transformou a polí­tica. Mas há de se saber que existem muitos polí­ticos por aí­ que são legí­timos, qual seja, estão trabalhando porque acreditam em algo e querem participar das açíµes desta transformação, mesmo que aquilo que eles acreditam não seja aquilo que nós acreditemos.  

Portanto, não é justo que crí­ticos de plantão generalizem. Não é legí­timo que tachem polí­ticos de ladrão, chupim, dentre outros adjetivos não muito republicanos, porque não concordam com a forma deste ou aquele gerenciar suas atividades públicas. Neste caso, é saudável que se abra debates e até embates, mas em cima de coisas factuais.  

Se não se acredita que é mais saudável construir calçamento em vilas ao invés de tapar buracos, que se haja o debate e o embate; se, ao contrário, se acredita que se deve deixar a cidade í s moscas para dar ajustes salariais para servidores, que se abra o embate e que se publique.    

O que não é saudável e se torna até covarde é tachar pessoas de adjetivos baixos porque eles não fazem aquilo que se acredita. Trata-se de uma postura elitista. Que venham as discussíµes, que se expurguem as generalizaçíµes. Olho no lance!

 

   

 A Polí­tica é necessária…

   

E tem a turma do gargarejo, aquela que pega como ví­tima de sua obsessão por falar mal dos outros justamente os polí­ticos. Desde a campanha, olham as criaturas dos pés í  cabeça para inventarem apelidos dos corajosos que colocaram suas caras nos postes para supostamente defender seus ideais. í‰ claro que existem exceçíµes; é claro que existem, sim, polí­ticos que não valem sequer a célula de votação, muito menos os santinhos feitos na gráfica. Como em tudo, há exceçíµes…   Mas a generalização é covarde, principalmente se feita por fofoqueiros que não se encorajam de justamente entrar na polí­tica para arrumar a casa conforme suas definiçíµes ou fofocas.   Muitos sequer possuem tí­tulo eleitoral válido para a cidade, mas insistem em chamar todos de adjetivos pouco educados, muitos impublicáveis.  

Trata-se de uma constatação coerente. í‰ que o fofoqueiro nunca vai querer estar em uma posição de destaque onde as fofocas sobre ele poderão surgir. Ele pensa assim: Se eu fofoco, certamente possuem outros que também fofocam como eu; então nunca serei a criatura das fofocas, somente sirvo para ser o criador. E solta a boca, que venha o próximo, já estou sedento para inventar outras fofocas, as atuais já estão batidas… Mas sempre como criador, nunca como criatura…

     

Movimento para o pleito do ano que vem

   

E inicia-se de vento em poupa as movimentaçíµes polí­ticas em Torres visando posiçíµes no cenário da eleição do ano que vem. Daqui a um ano nesta época estará começando a parte quente das campanhas: seus dois meses finais.    

Existem duas constataçíµes objetivas hoje. A candidatura de um nome forte do PMDB, que será decidido em convenção interna do partido; e a candidatura da ex-vereadora Ní­lvia Pinto Pereira pelo PT. O resto são especulaçíµes, e são muitas…    

Uma pesquisa foi feita dentro do PMDB e de certa forma mostra isto no horizonte, é o que dizem…

     

Movimento para o pleito do ano que vem (2)

   

O Partido Progressista começa a se movimentar. Disseram-me que o empresário Rubens De Rose assinou novamente a ficha no partido, depois de se desfiliar por desgosto após perder pela segunda vez seguida em 2008. Dizem também que ele garante que somente se filiou, que nem pensa em concorrer novamente. Mas por que, então, se filiou?  

O partido queria levar para ele o nome de Germano Bonow, mas parece que o ex-deputado desistiu de concorrer no pleito, o que é só uma hipótese, pois pode, sim, estar fazendo firula para buscar apoiadores apaixonados, estratégia normal em polí­tica (vide José Fogaça).  

Pelas pontas aparecem os vereadores Brocca e Rogerinho como nomes que se colocam í  disposição da sigla para concorrerem como prefeito, neste caso pode ser uma estratégia para compor como vice em uma situação futura, já para o mês de junho de 2012, quando acaba o prazo. E agora aparece especulação que dá conta que o ex-prefeito de Dom Pedro de Alcântara Marcio Biasi estaria querendo se filiar no PP para colocar também seu nome í  disposição para a cadeira de prefeito.  

Por incrí­vel que pareça, o nome que mais deve dar voto destes todos é o do empresário Rubens De Rose. Ele não é bom de palanque e mesmo assim recebeu muitos votos em Torres. Olho no lance!.

 

     

Movimento para o pleito do ano que vem (3)

   

Tendo praticamente certa três candidaturas que dificilmente abrirão mão da cabeça de chapa (PP, PMDB e PT) deve-se projetar que abra uma quarta via dentro de Torres.   í‰ que existem mais vários outros partidos na cidade que querem o poder.   Em todos eles, sem exceção, devem ter uma pessoa ou mais que querem ser prefeito. E pode-se tirar daí­ alguns nomes que possuem boas chances de vingar frente ao eleitorado local.  

 E ainda existe os veranistas, que querem se impor na cidade e não conseguem faz tempo. Os donos de imóveis na cidade legitimamente reclamam sistematicamente das administraçíµes, e com certeza devem possuir um caminho a ser seguido para que se atinjam seus objetivos.    

 PSDB, PTB, PDT, PSB, PPS, PRB, PC do B, DEM e PV são alguns, posso ter esquecido outros, mas só aí­ são oito partidos. Destes, somente o PSB possui certo preconceito para coligação institucionalizado, já que a comissão provisória de Torres sofreu intervenção em 2001 após ter coligado com o DEM de cabeça de chapa. Os outros em princí­pio não possuem o valor como obstinação, mas não se imagina PC do B coligando com o DEM, por exemplo.

   

Movimento para o pleito do ano que vem (4)

   

E esta quarta via pode pegar peso, já que representaria certa demonstração de rebeldia da cidade contra a predominância de PMDB e PP, sempre de alguma forma no poder, e contra o PT, sempre correndo como oposição, mas com restriçíµes í s alianças. Adequando-se a quarta via, faltaria um nome de peso polí­tico e passado na cidade, ou um novo nome, que teria que ser muito bem trabalhado em campanha.    

Daí­ pode surgir a possibilidade de também surgirem no horizonte dissidências do PMDB, do PP ou do PT, que iriam para esta nova via, ligados a uma sigla que mais seria de sua ideologia. Como o PMDB terá briga, saudável, mas briga, para conquistar a posição de nome preferencial no partido, pode dentro da própria sigla vir a dissidência que poderia se apresentar como o nome da quarta via.  O PP com estas novas filiaçíµes e movimento pode gerar dissidência também.      O PT, não acredito, pois já está estruturada a candidatura de Ní­lvia, acho, mas dentro do partido tem gente boa, com boa receptividade, inclusive a vereadora Lú, que possui mandato atualmente.  

Outra possibilidade é de convidar um nome ilustre da cidade, que já esteja filiado dentro de um dos partidos secundários, para representar este movimento da quarta via, certo revanchismo ao estabelecido. O ex-vereador Nilson Schardosim certamente teria muita aceitação do eleitorado, já que fez uma boa gestão como legislador, agora ressurge na polí­tica com toda a força, em nome do PTB e é pastor considerado da Igreja Assembléia de Deus.

   E existem outros vários nomes por aí­.   Eraclides Maggi, Cezar Cafrune, Nasser Samhan, dentre outros.  O que acontece na prática é que os quebra-cabeças se abrem e começam a ser remontados.        


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