Em seu pronunciamento na última sessão da Câmara Municipal, realizada na segunda-feira (17), o presidente da casa legislativa vereador Gimi (PMDB) sugeriu uma nova abordagem que para ele deveria ser feita pela prefeitura municipal no que diz respeito ao convênio com a Corsan e a municipalidade local. Para o vereador, o problema de falta de critérios técnicos confiáveis da estatal gaúcha para com a cidade de Torres já é um problema antigo, que como afirmou independe de partido político. Gimi lembrou que não é de hoje que a companhia insiste em esburacar a cidade e deixar vestígios ruins de rastro. Ele questionou em seu discurso outras práticas da Corsan junto í s cidades, inclusive no que diz respeito í relação da empresa com os consumidores.
Não podemos admitir que um cidadão tenha de pagar os canos para a ligação da entrada de água ou da saída de esgoto, quando ele mesmo ( o consumidor) irá se obrigar a pagar mensalmente pelos serviços. í‰ um desrespeito isto, desabafou.
Como forma de encaminhar soluçíµes mais práticas, o vereador e presidente da casa legislativa torrense sugeriu que fosse feita inclusive uma análise da possibilidade da Municipalização dos serviços de fornecimento de água e captação e tratamento de esgoto na cidade. Informaçíµes que obtive indicam que somente 8% dos valores recolhidos pela Corsan aqui na cidade são reinvestidos em Torres, afirmou o parlamentar. E a Corsan adora deixar rastros na rua, o que certamente não seria feito se o serviço entrasse no planejamento dos trabalhos municipalizados, exemplificou o vereador.


