Dizem por aí que a câmara em peso apóia edifícios altos.
Pois não será com o meu voto, afirmou o presidente
da casa, vereador Gimi
Após período de silencio sobre o assunto, começam as manifestaçíµes dos vereadores torrenses referentes a suas opiniíµes sobre a revisão do Plano Diretor Urbano de Torres, que já passou por 10 audiências públicas em vários bairros e segmentos de interesse específico na cidade, e que deverá entrar em primeira sessão em pauta para discussão e votação na Câmara Municipal nos próximos dias.
Em seu depoimento de tribuna, na última sessão da Câmara de Vereadores de Torres, realizada na segunda-feira (24), o presidente da casa, vereador Gibraltar Cipriano Vidal, o Gimi (PMDB) deixou pública sua posição absoluta sobre o tema mais polêmico das modificaçíµes do documento que regerá o desenvolvimento urbano da cidade. Gimi disse que é contra a construção de edifícios na beira da Praia Grande acima dos atuais 9 metros de altura permitidos (o que projeta três andares “ térreo e mais dois). Gimi ironizou, conforme disse, boatos que circulam na cidade indicariam que a Câmara Municipal votaria em peso a favor da liberação de altura na beira da praia. "Digo aqui que pelo menos não será com meu o voto, afirmou o presidente da casa.
Rogerinho (PP) fez coro a seu colega e
sugeriu mais restriçíµes
O vereador Rogério Jacob pediu í parte no discurso de Gimi e afirmou que também é contra as edificaçíµes mais altas na beira da Praia Grande. Quero que diminua para dois andares, no máximo, e também vou trabalhar para que existam recuos laterais importantes entre os prédios, para que não prejudique a ventilação, afirmou Rogerinho.


