Vereadores reclamam mais uma vez do sistema de Saúde do RS

30 de novembro de 2011

 José Ivan (e) e Rogerinho: opiniíµes divergentes sobre as novidades da Saúde

 

 

 

O SUS e suas mazelas aqui no Estado foram mais uma vez tema de debate na última sessão da Câmara Municipal, realizada na segunda-feira (21).   O vereador José Ivan Pereira (PMDB) utilizou toda sua fala na casa legislativa para criticar o novo sistema de marcação de consultas implantado pela nova gestão do PT em todo o RS. Ivan afirmou que, para ele,  o novo sistema somente veio para piorar ainda mais o atendimento de Saúde Pública. Em um caso que verifiquei pessoalmente nesta semana, uma paciente marcou uma biópsia   aqui de Torres para somente daqui a um ano, reclamou o vereador. Imaginam o estado psicológico que uma pessoa ficará tendo de esperar 12 meses no mí­nimo para saber se seu câncer é maligno ou não? desabafou.

 

A secretaria de Saúde de Torres já havia reclamado publicamente da mudança. í‰ que o sistema atualmente passou a ser computadorizado, e a reclamação da secretária atual aqui na cidade foi de que não será premiada a eficiência das marcaçíµes de consultas das demandas dos municí­pios, como era antigamente, que tratavam de agilizar da melhor forma as consultas por telefone.

 

 José Ivan Pereira também reclamou do SAMU, sobre a demora que ainda apresenta o sistema pela insistência da secretaria de Saúde do Estado em manter os agendamentos centralizados, quando existem ambulâncias disponí­veis  e paradas aqui na cidade.

 

   Oposição disse que novo sistema é mais justo e sugeriu

    mais competência em Torres

 

   O vereador Rogerinho (PP) defendeu as mudanças no Estado. Ele afirmou que conversou com pessoas integradas nos métodos do SUS no RS e que, para ele,  a mudança somente fará com que seja mais justas os pedidos vindos das  cidades gaúchas. O que precisamos aqui em Torres é gente com competência, trabalhadora, que insista em ficar em cima dos pedidos. No sistema anterior, falhas permitiam que as cidades escolhessem as prioridades, afirmou. Os municí­pios que direcionavam conforma suas vontades é que serão prejudicados. "Acho que o SUS continua ruim, mas esta mudança busca justiça, encerrou Rogerinho.        


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