Cãmara volta do recesso em ano onde ela deve ser palco de discussão polêmicas

7 de fevereiro de 2012

Plano Diretor e Código de posturas podem se tornar moedas  eleitorais em 2012

Acontece nesta segunda-feira a primeira sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Torres, após recesso parlamentar da cidade que durou quase 40 dias. Será a primeira reunião formal de um ano que promete escolher a casa legislativa como palco das principais discussíµes teóricas e idealistas que ajudarão a definir as escolhas dos cidadãos da cidade de seus candidatos para a eleição de 2012, tanto para ocupar a prefeitura quanto para ocupar as 13 cadeiras da própria câmara, que terá o aumento de quatro vereadores em relação aos nove que ocupam as tribunas e bancadas atuais.

 

 í‰ que justamente em ano eleitoral, temas como as modificaçíµes do Plano Diretor Urbano de Torres e a votação do Código de Posturas da cidade, este último que ainda se referencia ao ano de 1959, a última revisão da lei, acabarão certamente se tornando matérias que servirão para mostrar as ideologias dos partidos, dos candidatos í  vereador, que na maioria irá concorrer í  reeleição e, acima de tudo, das pautas e plataformas dos planos de governos que serão desenhados por conta da eleição de outubro, que após serão repetidos e marqueteados em palanques eleitorais.

   

Oposição na presidência da casa

   

Outro tema que vai politizar ainda mais a importância das decisíµes e discussíµes que deverão ocorrer na Câmara Municipal de Torres é o fato da Mesa Diretora neste ano estar sendo presidida pela oposição ao prefeito João Alberto (PMDB). Idelfonso Broca (PP) será o lí­der do funcionamento da câmara, e o polí­tico se caracteriza por fazer oposição ferrenha ao PMDB, partido no poder. í‰ que uma ruptura da base aliada de João Alberto, no final de 2011, abriu caminho para que o PP e o PT se instalassem sozinhos na mesa diretora da casa, acompanhados somente de um peemedebista, o vereador Tiago da Silva, de certa forma a figura que gerou a rebeldia dos aliados de João Alberto, convidado para participar a Mesa Diretora somente para incendiar ainda mais o fogo amigo dos aliados do prefeito.

 

Brocca disse que fará uma gestão profí­cua da casa, em nome da legalidade e do desenvolvimento de Torres, mas já possui, inclusive, causas próprias que podem até parar em denúncias ao Ministério Público, conforme narrou em sessão ainda no ano de 2011. Mas seu PP, embora tenha acenado estar próximo de se aliar ao PT de Ní­lvia Pereira para o pleito de outubro,     pode acabar virando o jogo, inclusive propondo aliança com o próprio PMDB. Portanto, a oposição atual pode se tornar apoio com o andar das carroças.

 As sessíµes da casa legislativa se realizam todas as segundas-feiras í s 16 horas.    


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