OPINIÃO – HAVAN EM TORRES NÃO GERARÁ APENAS 200 EMPREGOS DIRETOS…CRIARÁ MUITO MAIS

A instalação de um equipamento popular como esse, além do impacto social, vai trazer movimento de vendas para Torres de um publico que se abastecia na Havan em Araranguá ou em Capão da Canoa, que agora poderá comprar aqui

26 de outubro de 2026
Coluna semanal de Fausto Júnior

No ano que vem deverá ser inaugurada uma megaloja da Havan em Torres, na esquina entre a Estrada do Mar e a Avenida Castelo Branco. Além dos R$ 200 milhões que serão investidos pela rede na construção da unidade, serão cerca de 200 empregos diretos. Empregos com carteira assinada e de jornadas 5X2 como é obrigado no Brasil agora.

A instalação de um equipamento popular como esse, além do impacto social, vai trazer movimento de vendas para Torres de um publico que se abastecia na Havan em Araranguá ou em Capão da Canoa, que agora poderá confortavelmente consumir em Torres. Isso além da normal escolha de alguns moradores de Torres que gostam dos produtos e serviços da marca. Tudo isso gera impostos a mais para Torres e para o Rio Grande do Sul, o que acaba sendo uma forma de melhorar o fundo tributário do RS e de Torres para ações coletivas locais.

Preço mais baixo e qualidade acima da média é o que empresas de maior escala tendem a gerar em comunidades. Mas também geram emprego, renda e impostos para serem usados (pelo menos deveriam) no progresso local.

 

 

 

 

 

 

 

 




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