OPINIíO – ARTILHARIA DUPLA, tripla, quádrupla….

18 de setembro de 2012

 Por : Fausto Araújo Santos Jr.  

 

 

 As placas de candidaturas das duas coligaçíµes principais que concorrem em Torres estão sendo depreciadas… mais uma vez… Não é de agora que se vê isto. E trata-se de covardia, seja lá qual for a estratégia dos depreciadores. Qualquer coisa feita no anonimato é covarde… E existe muitos covardes por aí­ que se apresentam como super-heróis.

Mas a artilharia contra as placas abre outra artilharia. A da especulação… A coligação   agredida manda seus militantes das redes sociais colocarem as fotos das placas danificadas e dizem que a concorrência está desesperada. Aí­, na rubeta da mesma manifestação, entram militantes da outra coligação sugerindo que a agressão foi de dentro do próprio partido. Que vem de pessoas que se desentenderam na campanha e que estaria se vingando em pleno pleito.   E como existem placas sendo danificadas de ambos os lados, o eleitor atendo í s redes sociais vê uma guerra com metralhadora giratória. Confunde sua cabeça, pensa e acaba não chegando a nenhuma conclusão.

 

REGRAS  POUCO  COERENTES

 

 Os estudantes secundaristas de Torres emitiram um documento pedindo o fim das bandeiras fixas da militância nas ruas. Eles alegam que o exagerado número de bandeiras está atrapalhando o dia-a-dia dos pedestres, do motoristas. Mas, falando em campanha, é estranho que NENHUMA COLIGAí‡íƒO tenha se posicionado contra os jingles de campanhas tocados pelas ruas por candidatos í  vereador. Cada um faz a música conforme seu gosto, e gosto não se discute, já diziam í queles que comem cachorros como iguaria… Mas nenhuma coligação reclama dos exageros   das musiquetas. Sequer   segmentos que protestam contra placas no meio da rua, os segmentos que querem o fim das bandeiras, como os estudantes representados por sua associação, declaram que são contra as musiquetas.

Fora as das duas coligaçíµes, que são músicas mais escutáveis embora chatas , meu gosto discorda desta inércia. O MP nunca falou em eliinar as musiquetas; os partidos nunca pensaram em fazer acordo para eliminá-las de ambos os lados, como fizerem para não ter placas nos canteiros, acordo este que não está sendo obedecido.

Parece que meu gosto que é ruim… Acho que a população compraria um CD ( mesmo que pirata e vendido no camelódromo) com as musiquetas das campanhas desta eleição em Torres. Aí­ eles devem colocar em seus drives e fechar os olhinhos para cantarolar os jingles.

Gosto é gosto… +++  – ;(

 

Guerra cibernética

 

 

 

 

No facebook também se vê verdadeiros debates feitos na web, abertos, para todos os amigos verem. São verdadeiras declaraçíµes de amor aos candidatos. Brigam esperneiam respondem declaram, enfim. Como se fosse antes de um Grenal, os dois lados mostram suas caras. E, também como nos grenais, o resultado deve sair no dia 7 de outubro em torno das 19 horas.

Muitos destes militantes não se dão conta que, acima de tudo, são cidadãos, possuem uma imagem para preservar, necessitam ser respeitados após a eleição, pois eleição só define quem ganha e quem perde; não decreta território como muitos imaginam.

Tem gente aparecendo com arma em punho, tem gente xingando o adversário ou a adversária de nomes e até ofensas, um prato cheio para advogados desempregados que querem ganhar dinheiro com causas de perdas e danos morais.

O Facebook é um jornal que é editado pelo nome do dono do mural. Como qualquer jornal, revista, livro, dentre outras publicaçíµes, o leitor, ao ver a sí­ntese dos donos de contas no Facebook, o qualifica, o coloca na memória das publicaçíµes, se nas sérias, nas engraçadas, nas irí´nicas, nas inteligentes, nas burras. Mas tem gente que se faz de esperto no Facebook e que parece que seus leitores devem o qualificar de palhaços, de manipulados, de sem noção, de sem coerência.

Não dá para não rir de pessoas que militem em nomes de candidatos no Face e dizem A em uma afirmação, mas logo adiante dizem B da mesma afirmação. Tudo em nome de seu candidato. São vaquinhas de presépio, que não se dão conta que quando terminar a eleição, o que fica para as pessoas é a IMAGEM que ele deixou. Se liguem, polí­tico não é rei!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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