Lí­deres históricos da polí­tica de Torres se unem para a reta final da campanha

30 de setembro de 2012

 

 

Grande parte da história polí­tica de Torres esteve presente na reunião de confraternização da coligação União por Torres. Na noite desta quinta-feira, a candidata a prefeita Ní­lvia Pinto Pereira, o vice

Ildefonso Brocca e todos os candidatos a vereadores dos oito partidos (PT, PP, PDT, PSB, PHS, DEM e apoio PPL e PSL) fizeram o encontro final para acertar detalhes da reta final da caminhada rumo í  eleição.

Referências polí­ticas de todos os partidos coligados, hoje todos amigos e aliados, foram chamados í  mesa principal para simbolizar a união em prol da cidade: Valdir Nunes de Souza (PDT), Dr. José Fernandes dos Santos Mury (PDT), Aroldo Webber Rodrigues (PP), Ivo Rocha (PP), Nilton Nunes (PT), Nabor Guazzelli (PT) e Sérgio Mattos (PSB).

Dr. Mury, lider histórico do PDT, lembrou que as novas geraçíµes não têm mais o interesse em visitar o municí­pio. "Meu filho não vem mais para Torres porque diz que falta o que fazer, é um lugar de velhos. Temos que ser uma cidade para jovens também", analisou. "O PT e o PDT são como primos-irmãos. Vamos fazer todo o esforço para eleger Ní­lvia e o maior número de vereadores da nossa coligação", enfatizou.

Aroldo Webber Rodrigues espera que o foco não seja perdido nesta fase crucial. "A campanha vai até o momento que as urnas se fecham. A nossa euforia só pode acontecer depois disso. A campanha está boa, mas não está ganha".

Sí­mbolo do PT em Torres, Nabor Guazzelli acredita que o sonho, que teve iní­cio com ele nos anos 1980, está prestes a se tornar realidade. "Fui candidato do PT há 20 anos, quando não tí­nhamos recursos e fazí­amos nossos cartazes í  mão, os programas de rádio eram gravados numa fita K7. Mas desde aquela época tí­nhamos garra e coragem. í‰ isso que todos precisam agora".

Em tom de motivação, o discurso de Ní­lvia encerrou o evento, inflamou o público e deu mais ânimo para a batalha pelos votos dos que ainda estão indecisos. "Meus guerreiros: não vamos esperar o melhor momento para irmos í s ruas. Com chuva, sol ou vento, vamos nas casas e bater de porta em porta", ponderou.


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