Esteve participando da Tribuna Popular da Câmara de Vereadores de Torres, durante a última sessão ordinária da casa, realizada na segunda-feira (24), o presidente do Conselho do Plano Diretor de Torres, Eloir Krausburg. O empresário – carinhosamente chamado de Branco – foi í casa legislativa rebater reclamaçíµes do presidente da OAB de Torres Ivan Brocca, que foi (também na Câmara) reclamar o que denunciou como demissão da entidade (OAB) do Conselho do Plano Diretor da cidade. Branco explicou que não houve demissão. O que houve foi a suspensão da OAB, por conta do não comparecimento de seu representante nas reuniíµes de decisão do Conselho do Plano Diretor.
Branco ainda estranhou que o presidente da Ordem dos Advogados torrense tenha reclamado na Câmara somente no ano de 2014, já que a suspensão – conforme informou o presidente do Conselho “ seria por faltas da entidade no ano de 2012. Ele sugeriu que OAB requeira a entrada no conselho novamente, já que a suspensão teria sido já cumprida. Qualquer entidade pode ser suspensa, pois isto é norma do regimento interno do CPD, mas a mesma entidade pode requerer volta ao conselho após cumprir a suspensão, o que não houve, e tiveram todo o ano de 2013 para fazer isto, afirmou o presidente em seu espaço na Tribuna Popular da Câmara.
Interpretação da lei
Nas perguntas feitas por vereadores após o pronunciamento oficial, o vereador Gibraltar Vidal – o Gimi (PMDB) questionou a atitude do Conselho ao admitir novas entidades “ para substituir outras faltantes – sem antes pedir autorização da Câmara de Vereadores. Para o parlamentar torrense, a Câmara teria a prerrogativa de aprovar todos os novos membros do Conselho. Branco respondeu a Gimi afirmando que houve um Projeto de Lei (ou uma regulamentação da lei) – feita em 2006 – que dá direito para o Conselho substituir os faltosos sem aprovação da Câmara.
Proposta de modernidade í vista
Eloir Krausburg finalizou seu pronunciamento na Câmara com horizontes positivos. Ele afirmou publicamente que o grupo está propondo mudanças no funcionamento do trabalho do Conselho do Plano Diretor. Serão mudanças de modernidade, que farão com que a relação da comunidade produtiva, sociedade e autoridades tenham uma relação mais transparente..
Branco aproveitou e pediu apoio dos vereadores, pois as mudanças deverão passar pela Câmara Municipal para receber a devida aprovação legislativa. Ele também pediu que o trabalho do Conselho do Plano Diretor seja mais reconhecido pelos simples viventes torrenses


