Aprovado projeto de lei que regula BENEFíCIOS EVENTUAIS” AOS CIDADíOS TORRENSES

15 de junho de 2014

Por Fausto Júnior

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Foi aprovado por unanimidade, na última sessão da Câmara de Vereadores de Torres, realizada na segunda-feira (9/6), o projeto de lei 57/2014, que regula e reorganiza a autonomia da prefeitura e da secretaria de Ação Social de Torres (e outras) no que diz respeito í s concessíµes de benefí­cios eventuais dados aos cidadãos da cidade.

Na prática, a lei obriga que todos os cidadãos que recebem benefí­cios “ mesmo que eventuais – em espécie, em materiais de construção ou de outra forma, tenham que obrigatoriamente estar cadastrados na secretaria da Ação Social. Ou seja, a lei diminui a possibilidade de uso de cargos na administração para que polí­ticos (ou até servidores públicos concursados) beneficiem pessoas por critérios de amizade, parentesco ou ví­nculo polí­tico.

São quatro as situaçíµes consideradas coerentes para serem requeridos benefí­cios eventuais:

I – benefí­cio eventual por natalidade;

II – benefí­cio eventual por morte;

III – benefí­cio eventual por situaçíµes de vulnerabilidade temporária;

IV – benefí­cio eventual por situação de desastre e de calamidade

pública.

 

Mas para fazer o pedido e serem atendidos, as famí­lias ou cidadãos têm que comprovar (por cadastro social) que efetivamente não têm condiçíµes financeiras para arcar com as despesas de seus gastos. Estes gastos com benefí­cios, embora sejam corriqueiros em qualquer sociedade, demandam recursos muitas vezes vultuosos. Agora, a situação de vulnerabilidade financeira deve ser provada no cadastro.

 

Riscos de vazios em benefí­cios foi reclamado por vereador

 

O vereador Tubarão (PMDB) se pronunciou sobre o projeto. Sua preocupação é com ajudas corriqueiras dadas pela prefeitura para atender as necessidades básicas de cidadãos: como aterros em alagamentos; passagens para indigentes; ajuda para viagem por problemas de Saúde; dentre outros. Mas o vereador afirmou que as outras secretarias do governo Ní­lvia (como Obras e Saúde) se comprometeram a atender as demandas com as verbas de suas pastas. O que ainda fica restrito é a necessidade de haver aprovação da Secretaria da Ação Social, sempre í  luz do cadastro central de pessoas em vulnerabilidade.

 

Fim da politicagem

 

Já a vereadora Professora Lú (PT) elogiou a iniciativa. A lí­der do governo na Câmara afirmou que se sente orgulhosa de estar participando do governo que regulamenta esta matéria. Para Lú esta lei vai evitar que haja polí­ticos ou servidores que se utilizam de autonomias para fazer troca de favores com pessoas, em troca de apoio polí­tico ou pessoal.

O projeto de lei na í­ntegra pode ser lido diretamente no site da Câmara Municipal, no endereço eletrí´nico WWW.camaratorres.rs.gov.br, clicando no link |Projetos de Lei e Requerimentos. Após, clicando no número do processo (57/2014), e no link Texto na í­ntegra, pode-se ter o acesso í  PL.


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