Gagueira

23 de outubro de 2010

í‰ um assunto que aflige muitas crianças, adolescentes e adultos.  

Vamos falar aqui mais especificamente das crianças, já que gagueira geralmente aparece na infância, fase de formação do indiví­duo. Fator este que pode prejudicar bastante as relaçíµes sociais, pois a criança que sofre dessa dificuldade por vezes se torna motivo de chacota dos que a rodeiam, vivenciando situaçíµes constrangedoras, as quais passa a evitar, isolando-se do grupo, diminuindo assim a freqí¼ência de sua fala e sua vontade de conví­vio social, como a escola e outros ambientes.  

Primeiramente, é importante identificar a natureza do problema, ou seja, o sintoma da gagueira pode ter origem neurológica ou psicológica. Em alguns casos pode ser preciso um acompanhamento com mais de um profissional.  

A gagueira quando psicológica pode ser decorrente de um susto, trauma ou algum outro fator ocorrido nos primeiros anos de vida que desencadearam essa dificuldade.  

E, sendo psicológica, qual será a melhor maneira dos pais, professores e amigos lidarem com essas crianças para que o problema não se agrave?  

Atitudes que devemos evitar: Demonstrar impaciência, gritar; interromper, não dar atenção ao que a criança fala, finalizar a frase pela criança, responder perguntas direcionadas a ela, dizer   que pare de gaguejar, menosprezá-la por esta dificuldade,  demonstrar pena, sugerir que fale apenas palavras fáceis de pronunciar.  

Nenhuma dessas atitudes fará com que a criança pare de gaguejar. Ao contrário, a tendência é só piorar, pois ela se sentirá cada vez mais impotente, incapaz  e ansiosa quando tiver que se expressar.

 O ideal é: Olhar nos olhos da criança, ter paciência, faze-la se sentir aceita, deixá-la falar no tempo dela, dar atenção ao que diz.Com essas atitudes, podemos conseguir que essa criança se sinta valorizada e que diminua seu grau de ansiedade em situaçíµes de conví­vio social. Precisamos prestar muita atenção í s nossas atitudes e não deixar que as crianças se sintam desvalorizadas, ou inferiorizadas. E quando achar necessário procure um profissional.


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