O vereador George Rech (PTB) voltou a criticar a possibilidade de venda da quadra do Salão Paroquial pela igreja Católica. Rech disse que a comissão que será criada na Câmara Municipal deverá desvendar o que ele afirmou estar por trás do processo, para ele ganância a igreja.
O vereador petebista incluiu problemas de foro interno da congregação religiosa local em sua fundamentação. Ele criticou a demissão de membros da Comissão Interna de igreja por parte do novo pároco. Para o vereador, embora ele não seja militante da igreja, mesmo sendo Católico de opção religiosa, se sente na obrigação de defender interesses de pessoas de dentro da igreja que ficaram surpresas com a demissão. Para ele, os novos membros da comissão teriam sido nomeador para rezar na cartilha a nova administração da paróquia.
José Ivan defende a legalidade e ao mesmo tempo a venda do terreno
Já o vereador José Ivan (PMDB), na mesma sessão da Câmara Municipal, em seu espaço na tribuna defendeu duas coisas, em nome do atributo de católico que também é. O vereador disse que fará parte da comissão, que defende que tudo seja feito conforme a lei, mas, diferente de Rech, defende que a igreja se modernize. Para Ivan a obra irá gerar emprego, renda e mais beleza para o centro da cidade.
O caso
A igreja católica estuda a permuta por área construída da quadra onde existe hoje o salão paroquial da Igreja, no centro de Torres, em frente í Praça Getúlio Vargas. O vereador Gimi levantou a suspeita de a Igreja estar tentando negociar o imóvel sem que a Câmara Municipal aprovasse o processo. Ele alega que o contrato de doação feito no século passado exigiria isto.
Pessoas da cidade são contra, outras í favor. A igreja alegou em matéria para A FOLHA feita há algumas semanas que caso saia o fechamento do negócio, para a avaliação da paróquia, se trata tão somente de valorizar o patrimí´nio, já que ele iria ser utilizado para os mesmos fins, qual seja: teria salão paroquial, agora moderno, e teria também mais salas para a igreja locar para fundear as açíµes locais, a maioria benemerente.
A comissão, afinal, irá clarear para o processo de forma transparente, embora a igreja possa alegar que se trata de assunto de foro privado da congregação religiosa.


