Grupo de entidades vai defender aumento de altura em edifí­cios na Praia Grande

14 de novembro de 2011

Empresários vão oficiar vereadores e prefeito sobre suas demandas  

 

 

Uma reunião entre lí­deres da CDL, Sindilojas, AHRBST, ACIT, Fundest e Associação dos Quiosques de Torres iniciou um movimento na comunidade que visa í  liberação de edificaçíµes de até 10 andares na Praia Grande, conforme uma das alternativas apresentadas nas audiências públicas que aconteceram em setembro. O encontro ocorreu na sede da CDL na última quarta-feira, onde os empresários trataram de organizar a forma que buscarão suas demandas na comunidade.

 

Conforme introdução feita no encontro pelo presidente da CDL, Ataualpa Lummertz, não existe apelo turí­stico na proposta sem edificaçíµes na beira da praia.   Os lí­deres empresariais também lembraram que inexiste o fomento para que lojas comerciais sejam planejadas nas construçíµes na Avenida Beira Mar, o que só ocorreria, conforme eles, através de edificaçíµes maiores e subsí­dios para a construção de lojas térreas comerciais. Para o grupo de empresários, o não fomento í  maior altura e í s áreas comerciais, poderia de certa forma condenar definitivamente a região para que fossem construí­das obras apequenadas, apertadas e sem apelo turí­stico, o que prejudicaria sobremaneira o necessário maior apelo turí­stico que a Praia Grande necessita.

   

Formalização e exigência de debate

   

O grupo irá produzir um documento detalhado que irá formalizar as demandas das categorias unidas na mesma busca, para, então, entregar formalmente í  municipalidade e í  Mesa Diretora da Câmara. Os empresários trabalharão para que o tema seja debatido em separado como destaque nas discussíµes sobre as modificaçíµes do Plano Diretor, que ocorrerão na Câmara e nas possí­veis audiências públicas que acontecerão no decorrer das discussíµes sobre o novo documento de desenvolvimento da cidade.    

                                   

Outro item que será elencado como sugestão do grupo para ser  elencado dentro do Plano Diretor é a formalização da área de beira de praia em toda a orla de Torres, incluindo a área do Parque Itapeva, como área urbana consolidada, portanto sujeita tão somente í s leis federais de beira de praia, podendo ser legislada pela municipalidade, dentro do Plano Diretor. Um Plano de uso da orla que poderá conter possibilidades de implementação de equipamentos turí­sticos fará parte da demanda. O que o grupo quer, no entanto,a liberdade para que  a cidade possa legislar para legalizar possí­veis reformas na orla.

   

Tudo em busca de turistas qualificados

   

A fundamentação maior dos empresários reunidos para trabalhar modificaçíµes no Plano Diretor é a necessidade de possibilitar que mais famí­lias com bom poder aquisitivo venham veranear em Torres. Para eles, somente construindo edifí­cios de luxo na orla que a cidade poderia aumentar este número de turista na cidade. E o perfil de obras atualmente (que só permite 9 metros no máximo), sugeriria aos empreendedores a construção de edificaçíµes pequenas e populares, o contrário do que acredita a corrente que reuniu as entidades em sua busca futura.  

 

 As modificaçíµes no Plano Diretor entram na Câmara Municipal ainda neste ano. Por estarmos em final de semestre, provavelmente o tema entrará para cumprir seus ritos legais dentro da casa legislativa somente em fevereiro de 2012, após o recesso parlamentar em janeiro.


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