Hápessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas háaqueles que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.”

14 de maio de 2011

 

 Por Zilka Jacques

 

 

 

Arte ao ar livre

   

O Pátio das Artes é um universo multicolorido. Uma espécie de refúgio para quem gosta de frequentar um lugar pequeno mas com uma imaginação grande. Sempre com seu lado divertido, com humor e personalidade. Funciona também como laboratório onde você experimenta diversas artes e técnicas no ateliê e ao ar livre. Tem acesso ao acervo fixo de quadros, livros e exposiçíµes.

 

   

Cadê o exemplo

   

A ministra da Cultura Ana de Hollanda tem sido constante alvo de crí­ticas, como por exemplo, a suspensão de pagamentos de convênios, a reforma da lei de direitos autorais. Até aí­ tem lá suas justificativas mas quanto ao uso de diárias de viagem sem agendamento oficial é pra lá de mau exemplo, mesmo que declare que vai devolver os valores recebidos. Ela já mostrou que não é apta para ser ministra .

 

   

Banquinho & Violão

   

O Pátio continua com o projeto de saraus musicais e poéticos aberto í  comunidade. O novo momento envolve a lembrança de í­cones da bossa nova, estilo mundial brasileirí­ssimo surgido na década de 50. A dissonância dos acordes, a voz sussurrada, a cadência suave revolucionaram a música e toda uma geração.  

Assim pretendemos reviver em grupo, a bossa nova que teve forte influência do jazz e o impressionismo erudito de Ravel e Debussy, era marcada pela adaptação do ritmo percussivo do samba í s harmonizaçíµes violonistas. Você está convidado a participar.

 

     

Revista literária

   

Um livro interessante para ler é Fidel e Raul Meus Irmãos a história secreta. Memórias de Juanita Castro se colocando como uma coadjuvante que participou dos acontecimentos da história de Cuba. Suas memórias, recheadas de saudade, no livro, são contadas pela jornalista mexicana Maria Antonieta Collins.  

Deixo para você versos meus que falam de saudade.

 

   

SINA

   

Sina amiga a saudade. As sombras. Os restos.  

ísperas lembranças. Depósitos de sonhos.  

Risonhos ardores no peito  

Entre as horas aguardando o sono.  

Meu colar deixado na mesa de cabeceira…  

Travesseiro…travessia longa  

Entre um antes e um depois.    

No quarto os lençóis para sempre  

Com seu cheiro, Minúcias.  

Rosas lembranças. Foi-se o tempo.  

Salve-se quem tem memória.  

As dele. As minhas.  

Alvoroços. Alvoradas.  

Não há tempo.  

Não há pressa.  

Nem promessa.

 

     

Acervo do Pátio das Artes

 

 

 

Mesa de Cinema

 

 

   

Projeto CINEartes

 

 

Saraus musicais e poéticos

 

 


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