Movimento dos hotéis em Torres melhora se comparado com o ano passado
11 de fevereiro de 2011
Após a lotação completa da cidade na virada de ano, como em todos os veríµes; após a vinda de argentinos na mesma média dos últimos anos, embora com mais poder aquisitivo; e após a caída abrupta que também sempre ocorre após o dia 10 de janeiro, já se pode no início de fevereiro projetar que o veraneio para os hoteleiros será melhor em movimento financeiro que o do ano passado. Conforme informou para A FOLHA esta semana o presidente a Associação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Torres (AHRBS) Euclides Rodrigues, o popular Kidinho, o moivmento cresceu em janeiro mais de 8% se comparado com o de 2011, após levantamento feito pela associação na cidade. A ocupação física dos hotéis chega a 85% em média, o que é considerado bom se analisado o número destes estabelecimentos na cidade.
Melhora do perfil econí´mico
Para Kidinho, o perfil do turista que se hospeda em hotéis também melhorou. Isto foi constatado principalmente no Réveillon, que, conforme dados obtidos, os hóspedes foram de um melhor poder aquisitivo e, consequentemente, mais exigentes.
Para o presidente da AHRS, sua gestão em 2001 na associação irá buscar fomentar a divulgação da cidade para que turistas venha para Torres nos meses quentes fora do veraneio tradicional.
Os meses de dezembro, março e abril são quentes, com mar agradável e limpo e não tem porque os visitantes não aproveitarem nossa cidade, diz Kidinho.
A associação faz a primeira reunião ordinária na próxima segunda-feira (14), onde empossa de fato a nova nominata eleita no final do ano de 2010 e quando também apresentará as bases dos planos para o ano. Entre eles Kidinho adianta que a maior aproximação com a prefeitura municipal faz parte de seus planos.
O secretário José Ivan Pereira tem se mostrado competente e aberto para ouvir e discutir frete a frente í s demandas dos hoteleiros e restauranteiros da cidade, comemora Kidinho. Já éramos amigos antes de eu ser presidente, e agora parece que ficamos mais ainda, encerra.


