MP quer caçar diploma de candidato do PC do B eleito í  vereança em Torres

4 de dezembro de 2012

 

O Ministério Público de Torres ajuizou nesta quarta-feira, 21, Representação Eleitoral por captação ilí­cita de votos contra o candidato a vereador eleito pelo PC do B em Torres.

Conforme o Promotor Eleitoral Vinicius de Melo Lima, foram prestadas declaraçíµes na Promotoria de Justiça em que eleitores confirmaram a captação ilegal de votos, direta e indiretamente pelo candidato, mediante entrega de roupas, dinheiro, cestas básicas, entre outros objetos.

 A compra de votos causa malefí­cios í  democracia e aos direitos fundamentais dos cidadãos, haja vista que o voto não tem preço, ou seja, não tem valor de troca. Para haver a caracterização do que seja ˜captação de sufrágio™ basta a simples troca do voto a ser dado por eleitor em razão do recebimento de um bem ou vantagem econí´mica oferecida por candidato, comentou o Promotor.

O próximo passo é a juí­za eleitoral aceitar a denúncia. Se for aceita a representação, o vereador eleito pode perder o direito a diplomação. Se quiser apelar para o Tribunal de Justiça.

Caso o vereador do PC do B perca o direito, quem entra em sua vaga é o medico José Luiz Gonçalves (PSDB), segundo colocado na coligação, que possuí­a, ainda, o PRB, alinhados em coligação na proporcional no pleito de outubro passado

 

Contraponto

 

Venho em respeito a sociedade Torrense, esclarecer o fato noticiado no Blog do MP de Torres, e divulgado  em jornal, e não poderia ser diferente, em se tratar de evento dessa natureza, a qual também sou combatente. Assim como muitos, recebi a notí­cia através dos jornais, que o representante do Ministério Público de Torres notí­cia uma possí­vel denúncia de COMPRA DE VOTOS, por vários mecanismos, e alega a certeza dos fatos em "Declaraçíµes" colhidas.

Causa-me tristeza e estranheza, de que motivação uma ou mais pessoas iriam até o MP fazer falsas denúncias, senão motivadas por interesses pessoais? Trabalho por uma sociedade igualitária, e espero e confio na Justiça Pública, como órgão competente para dirimir a situação, mas o fato de se noticiar uma acusação, sem ofertar o direito a Ampla Defesa e o Contraditório, que é direito resguardado a todos pela Carta Magna, acaba entristecendo, pois minha proposta é trabalhar pela sociedade carente e discriminada. Com certeza esse fato só renova minhas forças de lutar cada vez mais para provar que se trata de um equí­voco e trabalhar muito mais pelas comunidades, que é notório a barreira que se levanta quando pessoas humildes vencem obstáculos e ocupam espaços cobiçados na sociedade.

Assim agradeço a todos os amigos pelo apoio recebido e aos 339 votos no último pleito.

 

Jailtom da Silva Miguel

 

 


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