Maria Helena Tomé Gonçalves
No Natal o tempo será perfeito para o amor entre as pessoas, entre os povos, entre os Países. Os Homens esquecerão as desavenças entre eles e praticarão um belíssimo exercício de paz. Os povos e os Países deixarão de lado suas armas de domínio e prepotência e se tornarão iguais em suas esperanças de um mundo melhor.
No Natal a boa vontade e o desejo de bem grassarão entre os homens e todos buscarão com a reforma de suas atitudes pessoais praticar apenas o bem coletivo, buscarão apagar as dores, e as conseqí¼ências que a discórdia plantou entre os povos e construirão um frágil porém esperançoso alicerce de paz e prosperidade.
No Natal a esperança de dias melhores para todos os homens de boa vontade se transformará numa certeza e a alegria das crianças brincando com seus brinquedos novos outra vez marcará essa noite mágica como um novo princípio dos homens sobre a terra, próspera, saudável e igualitária para todos.
No Natal a fé na certeza de um pai superior a tudo e todos que nos ama e nos oferece inúmeras e contínuas oportunidades para a prática do bem a superar o mal do egoísmo destrutivo a quem nos temos apegado ao longo da história dos homens, superará a tudo isso e se tornará nosso lume esclarecedor a direcionar os atos do novo homem que nascerá das trevas do mal da sua própria existência mal vivida.
No Natal a guerras pessoais e as guerras coletivas se esvanecerão diante da intensidade do brilho esfuziante que o amor, boa vontade, a esperança e a fé implantarão em todos os coraçíµes, em todas as mentes, em todas as relaçíµes, porque no Natal, junto com a festa do Nascimento do Cristo Salvador, podemos praticar a grande festa da salvação de cada um de nós, basta querermos. Por isso, no Natal, nem que seja por um só átimo de segundo, cada homem precisa tornar-se um ser humano melhor. No Natal… Utopia?


