O PMDB abriu para que simples cidadãos coloquem no site da campanha de Pardal e José Ivan Pereira, idéias para que sejam avaliadas para fazerem parte ou não do Plano de Governo que será elaborado pela coligação política, e entregue na metade ou no final de agosto.
A Campanha de Nílvia e Brocca está em campo também buscando subsídios nos bairros e em entidades de classe, para elaborar o Plano de Governo da coligação liderada pelo PT.
Eu como tenho um jornal, coloco aqui mais algumas idéias. Trata-se somente de uma entre milhares de cabeça que querem ver seus sonhos realizados em Torres. Segue, humildemente, mais uma pequena lista de idéias para serem ou não aproveitadas. Sugiro que você, aí da poltrona, use os recursos dos dois lados para colocar também suas sugestíµes em prol da cidade. í‰ a oportunidade!
Turismo
– Cadastraria todos os hotéis da cidade, inclusive pousadas e coisas parecidas que existem por aí, e gerenciaria um grane plano de inclusão empresaria do setor no turismo profissional. Seria uma classificação local dos estabelecimentos de hospedagem, que partiria de uma estrela e iria até 10 estrelas. Deste plano, uma lei criaria a classificação tributária dos locais com intuito de, por um lado, recolher impostos sobre serviço (hoje pífios nos cofres do governo municipal), mas por outro e principalmente, de criar planos e treinamento, subsídios, dentre outros, para os pequenos comércios de hospedagens. Ano a ano haveria uma nova classificação, feita pelo Conselho de Turismo. E, desta classificação, sairiam novas leis e subsídios, em um ciclo virtuoso e saudavelmente competitivo. Estabelecimentos de gastronomia para o turista poderiam ter o mesmo tratamento.
– Criaria concursos anuais para eleger os melhores garçons, os melhores cozinheiros, os melhores gerentes de hotel, dentre outros. O Objetivo é o de motivar um ambiente competitivo aos recursos humanos contratados da cidade, forçando-os naturalmente que treinem, se qualifiquem, trabalhem bem, pois serão avaliados caso queiram entrar nos concursos.
– Criara um concurso anual para eleger os melhores arquitetos da cidade perante um determinado projeto publico urbanístico, ou vários… O objetivo seria fomentar que os profissionais da arquitetura e engenharia locais se motivassem perante o desafio do diferente, do conceitual, da identidade visual da cidade… E, de lambuja, nosso destino turístico receberia anuamente um prêmio arquitetí´nico, além de poder usufruir do processo de inclusão e motivação de profissionais locais.
– Faria um concurso, todos os anos, com avaliaçíµes publicas e das autoridades locais, em média ponderada, para eleger os melhores quiosques de beira de praia do veraneio. Itens como uniforme, higiene, mix de produtos, atendimento e recolhimento de lixo entrariam na avaliação. O prefeito e o secretário de turismo, todos os meses de abril, fariam um evento de entrega dos troféus e premiaçíµes aos vencedores. Viagem a locais turísticos seriam os prêmios e o evento seria AMPLAMENTE DIVULGADO na mídia local.
– Contrataria junto aos meios de comunicação um programa SISTíŠMICO de propaganda em TV, internet, jornal e revistas, chamando semanalmente as pessoas para virem í Torres, principalmente no outono e na primavera. í‰ que no verão a cidade já é comprada. E no inverno teria pouca aceitação. O dinheiro? Tiraria um pouco dos gastos do Réveillon e do Balonismo: estes dois eventos já estão prontos até para darem lucro.
EDUCAí‡íƒO
– Faria uma parceria com o governo do RS para promover concursos sobre redação sobre Turismo nas escolas de segundo grau da cidade. Poderia, até, ser uma revista sobre turismo. Trata-se de motivar os alunos que pesquisem, criem e interajam com suas vontades políticas e seus gostos perante o ambiente do turismo. No final do ano, o prefeito da cidade faria uma avaliação das idéias dos alunos locais e, se alguma idéia fosse possível de ser implementada, assim o faria com ampla divulgação dos envolvidos.
– Faria outra parceria com o Estado, em alguma escola pública, e sugeriria ou subsidiaria escolas privadas também, todas de segundo grau, para que colocassem um curso profissionalizante de COMí‰RCIO. Independentemente dos horizontes de Torres do futuro, o comércio de bem, serviços e hospitalidade, certamente dominarão a maioria dos empregos e oportunidades empreendedoras da cidade. A ideia é criar futuros comerciantes, hoteleiros, donos de jornal… etc… Cabe lembrar que a Escola Cenecista, com seu curso de Contabilidade, acabou formando a maioria dos empreendedores da Torres atual. Eles estão nas empresas, na política e em outras atividades puras. Seus reais lugares. Um exemplo…
– Faria uma parceria com uma marca qualquer para tentar equipar a beira da Praia Grande com modernas alternativas de conforto para os banhistas. Moto aquáticas, salva-vidas adicionais privados, marcação de lugares perigosos no mar com raias, serviço de mensuração de pressão arterial e medição de glicose, musica ambiente (baixa), sombreiros para descanso, recreacionista, fornecimento de protetor solar, de lixeirinhas, etc., são algumas idéias…
– Um trenzinho que levasse as pessoas da beira da Praia da Guarita até a parte alta do Morro das Furnas, com paradas em todas as furnas para deixar e captar pessoas. O serviço seria terceirizado e cobrado. Idosos não pagariam.
CULTURA
– Promoveria todos os veríµes, em parceria com a Ulbra e o SESC, um amplo CALENDíRIO DE SHOWS PAGOS, realizados no belo e bem equipado teatro da universidade, onde os espetáculos seriam de ALTO NIVEL. Um bom e bem feito plano de divulgação, em parceria com Zero Hora, RBS, etc., informaria, com antecedência, durante a semana anterior ao final de semana dos espetáculos, os shows. A idéia é trazer para Torres veranistas que ficam em Capão, Atlântida e de praias do sul de SC. Isto movimentaria a cidade, que poderia criar fama de protagonista de belos espetáculos de veraneio.
– Aumentaria substancialmente o atual projeto TORRES NA CENA. Peças seriam apresentadas todas as quartas, quintas, sextas e sábados no Centro de Cultura. Subsídios para o plano de propaganda dos espetáculos seriam fornecidos pela associação de hotéis e prefeitura, em conjunto. Mais uma tentativa de marcar a cidade como pólo de cultura no litoral Norte.
– Promoveria a realização de concursos de dança, training, dentre outros, além festivais de música aberto para todo o Brasil, no teatro da Ulbra, tudo durante o verão. Mais um selo cultural.
– Promoveria uma espécie de evento da cultura gaúcha com os CTG, para encerrar ou abrir a Cavalgada do Mar. No evento poderiam ser premiados os participantes do evento anual, com presenças de autoridades do CTG estadual, mídia, etc., etc. Não há uma manifestação gaúcha forte no verão. Os membros de CTGs são ávidos por eventos tradicionais. E Torres poderia ser mais uma vez marcada por protagonizar a Cultura no veraneio.


