Permissão de feira na rua para confeccionistas de Torres serávotada na Cãmara

15 de dezembro de 2013

 

Entrou em primeira sessão na Câmara Municipal de Torres, o projeto de lei de autoria do executivo municipal que pede liberação aos vereadores para que a ACONT (Associação das Confecçíµes de Torres) possa utilizar o canteiro central da Avenida Benjamin Constant, no trecho entre a Avenida Barão do Rio Branco e a Rua Joaquim Porto. A ideia é que lá se instale a edição deste veraneio da Feira da Indústria da Confecção de Torres (FIT).

O perí­odo a ser utilizado é o do veraneio – de 20 de dezembro próximo até o dia 6 de março do ano que vem. No PL, a prefeitura limita o uso dos feirantes aos associados da ACONT que residem em Torres há pelo menos cinco anos, o que deve ser comprovado junto í  municipalidade através de documentação formal de residência.

 

Afogadilho

 

O projeto deverá ser votado já em segunda sessão – na próxima sessão da Câmara “ a ser realizada na segunda-feira (16), ou seja: de afogadilho. Vereadores da base aliada devem entrar com requerimento para que o PL seja debatido e aprovado já nesta sessão, pois a feira está prevista para iniciar em 20 de dezembro, buscando se beneficiar do movimento das compras de Natal. Dificilmente o PL será rejeitado, já que a base do governo apoiará a iniciativa do governo Ní­lvia e a oposição é de certa forma a mentora do projeto que fomenta as confecçíµes em Torres, iniciada no governo anterior.

 

Projeto foi idealizado no governo João Alberto

 

A FIT foi criada no governo João Alberto, ainda na primeira gestão, em 2006, através de um projeto batizado de Cresce Torres, que incentivou a criação de costureiras formadas em cursos promovidos pela prefeitura de então. Até o ano passado, a feira já havia passado por vários formatos: local alugado pela municipalidade, loja funcionando no prédio do Centro de Cultura, dentre outros.

Será a primeira vez que a FIT será realizada na rua, uma forma mais artesanal, que deve chamar a atenção do consumidor por misturar a questão industrial (processo real utilizado pelas empresas associadas í  ACONT) com a questão da empresa familiar e pequena, o formato das empresas também. Este formato talvez seja uma bandeira do governo Ní­lvia, para que, responsavelmente, mantenha a idéia de fomento í  produção elaborada no governo passado, mas dê um toque diferenciando ao processo de apoio í  micro indústria local.

 

 

 

 

 

 


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