Carta registrada foi mandada para vereador Alessandro, que leu parte dela na tribuna, na presença do acusador, que estava no plenário da casa
Uma denúncia, que pode incomodar muito o governo Nílvia, foi feita por um militante do próprio Partido dos Trabalhadores em Torres, de forma pública e assinada. Isto aconteceu na última sessão da Câmara Municipal, realizada na segunda-feira (21/5).
O militante petista Sérgio Luiz Hopner, mais conhecido por Sérgio das Bandeiras, enviou para o gabinete do vereador Alessandro Bauer Pereira (PMDB) – um dos arautos da oposição do governo Nílvia – uma carta, assinada, nominada e registrada em cartório, com várias denúncias, que vão desde caixa dois na campanha eleitoral de 2012 até acusaçíµes de superfaturamentos em eventos elaborados pelo governo atual, após a posse (em janeiro de 2013). O próprio acusador afirma na carta que doou R$ 30 mil por caixa dois para a campanha de Nílvia, para pagar bandeiretes
O vereador Alessandro leu a carta, mas foi discreto e omitiu nomes transcritos na mesma. O Jornal A FOLHA teve acesso “ após a sessão “ ao documento, no qual nomes de ícones do partido e do governo estavam citados na denúncia do militante. Mas por questíµes éticas e de respeito aos acusados (que são apenas acusados, mas não definitivamente culpados) não publicaremos.
Pedido de emprego?
As denúncias são sérias e o acusador informa que remeteu carta com o documento protocolada no Ministério Público, mas da Capital, Porto Alegre (por que será que não foi aqui em Torres?). Mas a vereadora líder do PT na Câmara, professora Lú, interrompeu de forma irregular o discurso de Alessandro afirmando que seria um pedido de emprego público. O presidente da Casa, Deomar Goulart (PDT), teve de recompor o comportamento da líder governista Lú. í‰ que na mesma carta, em parte lida pelo vereador peemedebista, o acusador "Sérgio das Bandeiras" afirma, dentre outras promessas não cumpridas da campanha, que a atual prefeita teria prometido a ele (acusador) um emprego na administração, o que “ conforme a carta de denúncia – não aconteceu.


