Prefeito mantém posição sobre reajuste salarial e não hámais prazo para manobras polí­ticas

9 de abril de 2012

 

A partir da próxima terça-feira (10/4), os municí­pios estão proibidos de reajustar os salários dos seus servidores públicos. Conforme o calendário de obrigaçíµes eleitorais, a seis meses do pleito, fica vedada – até a possa dos eleitos – a revisão anual das remuneraçíµes que exceda a recomposição da perda de poder aquisitivo ao longo de 2012.

 

Sessão da Câmara deve votar reajuste de 4,53%

 

Na sessão da Câmara da próxima segunda-feira (9) os vereadores serão obrigados a votar o projeto de lei do executivo que reajusta os salários dos servidores municipais em 4,53%, sob pena dos mesmos sequer receberem reajustes. í‰ que o prefeito afirmou ara A FOLHA que vetaria uma cláusula polí­tica votada na sessão da casa legislativa no dia 26 de março, que sugeria um aumento adicional, além dos 4,53%, de 6%. Todos os vereadores votaram a favor da emenda, mesmo sabendo que ela não tinha valor jurí­dico.

O SIMPRO esteve sempre militando pelo aumento real. Inclusive os servidores estão em estado de greve decretado pelo sindicato há quase um mês. Eles exigem aumento real e alegam defasagens de até 50% nos últimos 10 anos.

Já a prefeitura alega que não tem recursos em 2012 para dar aumento real ao funcionalismo. í‰ que existe uma ação judicial que deverá onerar a Folha em R$ 4 milhíµes já em 2012.   Existe, ainda, o crescimento vegetativo dos salários, que anualmente aumenta a massa salarial dos servidores de Torres em 4%.

 


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