PRESIDENTE DA OAB DE TORRES VAI í€ Cí‚MARA MUNICIPAL E RECLAMA DE DEMISSí•ES IRREGULARES NO CONSELHO DO PLANO DIRETOR DA CIDADE

23 de fevereiro de 2014

 

Participou da Tribuna popular na última sessão da Câmara de Vereadores de Torres, realizada na segunda-feira (17), o presidente da OAB da comarca de Torres Ivan Brocca. Ele foi í  casa legislativa reclamar sobre a retirada abrupta do representante da mesma OAB do Conselho do Plano Diretor, que foi formalmente criado em 1995, ano em que foi promulgada a lei que formalizou o plano de desenvolvimento urbano da cidade, vigente até hoje.

Mas o presidente da OAB não reclamou somente pela perda de uma cadeira de sua entidade. Ele questionou a legalidade deste ato e aproveitou e denunciou também que outras entidades estariam sendo retiradas do conselho, substituí­das por novos conselheiros, sem que fossem os atos aprovados pela Câmara Municipal, como prevê a lei da criação do Conselho do Plano Diretor. í‰ que existe, sim, nas normas internas que regem o funcionamento deste conselho, a possibilidade de afastamento de membros ou entidades, caso haja números de faltas acima de um determinado teto durante um ano. Mas esta espécie de demissão deve ser aprovada pela Câmara, o que não vem sendo feito conforme a denúncia de Ivan Brocca.

O vereador Gimi (PMDB) pediu a palavra e sugeriu que poderia estar havendo um mal entendido por parte dos dirigentes do Conselho. Gimi pediu para que a OAB tentasse entender os procedimentos junto aos dirigentes do Conselho. Mas o presidente da entidade Ivan Brocca insistiu que se trataria de uma ilegalidade e sugeriu, ainda, que a entidade poderia estar tomando decisíµes importantes para a cidade sem ter a representatividade legal.

 

í“rgão decide sobre aprovaçíµes especiais

 

O Conselho do Plano Diretor foi criado para que a sociedade civ organizada, teoricamente formada por entidades de interesses plurais na sociedade torrense, consiga levar adiante interpretaçíµes dúbias de algumas leis. São processos que a prefeitura ou outros órgãos pedem o aval do Conselho para que as obras sejam aprovadas e vão adiante, em casos onde os arquitetos e engenheiros compreendem as regras do Plano de forma diferenciada da compreensão da fiscalização.


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