Que arrumem os buracos, ou não?

18 de janeiro de 2012

Que arrumem os buracos, ou não?

 

 

 

 

 

         

Uma mazela que se observa em Torres é a buraqueira que fica as ruas que estão recebendo obras de edificaçíµes. O peso dos caminhíµes, os buracos abertos para fazer ligação de água e esgoto, dentre outras açíµes depreciativas normais,  acabam deixando o vivente simples, que não tem nada a ver com a obra, desviando de buracos e buracos por aí­.

 

A construtora EP, aqui de Torres,  já deu exemplo. Ela arrumou toda a rua no entorno de uma obra realizada na cidade. Bom exemplo, mas acho que deveria ter lei para regular isto. Para os empreendedores, o custo se dilui facilmente no faturamento.

         

Vamos exigir calçadas?

 

 

 

       

Falta uma atitude mais forte da municipalidade de Torres no sentido de exigir dos donos de imóveis ou terrenos na cidade que coloquem ou reformem suas calçadas. Trata-se de lei local e um exemplo é  a capital do RS , que está com uma campanha forte neste sentido, multando quem não obedece.

 

Na foto acima, pode-se ver a falta que faz a calçada em um trecho grande do acesso í  ponte entre Torres e o Passo de Torres. As pessoas se obrigam a caminhar no meio da rua, correndo risco e atrapalhando os motoristas. Vamos sugerir parcerias?

 

       

Solução criativa para acesso í  praia

 

 

 

 

 

 

       

O acesso í  praia via dunas é difí­cil em Torres. A iniciativa privada tratou de colocar soluçíµes criativas. Implantaram uma espécie de esteira de madeira, o que vem funcionando tão bem que já são várias as utilizadas em entradas de praia.

 

A prefeitura espera captar recursos para executar outras passarelas como a que já existe nos Molhes, implantada í  época do governo Milanês. Mas será que até lá não se poderia ter outras esteiras? Uma idéia. Poderia inclusive ser mais larga que as atuais.   Olho no lance!

     

Iluminação bonita e de impacto

 

 

 

 

         

Muita gente, a maioria, gostou da iluminação colocada pela prefeitura no calçadão da Praia Grande. Uns acharam que os postes estão muito pegados entre si, eu achei bonito. Justamente é este impacto que chama mais a atenção, para mim, é claro, gosto é gosto…

 

Outros criticam que o material vai ser facilmente depredado. Outros ainda não gostaram da falta de estacionamento que o projeto não prevê, pois terá uma ciclovia na beira da calçada. í‰,  não dá para agradar todos, mas acho que está muito da boa.

 

   

Mais uma confusão das estatais gaúchas

 

 

 

 

 

           

A CEEE conseguiu afixar um poste com apenas 50 cm de profundidade. Foi o que constatou um dono de hotel na Prainha.   Aí­ ele  ( o poste) caiu, em pleno final de semana de Ano Novo. A imagem mostra o trabalho que o pessoal teve para colocar de volta o equipamento. Podia até ter morrido gente. Vamos ter mais atenção!

     


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