Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver” – Bertold Brecht

16 de julho de 2010

                                           

 

 Por Zilka Jacques

 O que entendemos por arte engloba nove grandes expressíµes artí­sticas: A Música, a Dança, as Artes Plásticas, as Artes Cênicas, a Literatura, a Arquitetura, o Cinema, as Narrativas Televisivas, e as Histórias em Quadrinhos.    

                         Falando especificamente nas Artes Plásticas, elas não são mais nada do que a capacidade de moldar, modificar, reestruturar, re-significar os mais diversos materiais na tentativa de conceber e divulgar nossos sentimentos e, principalmente nossas idéias.  

                          Com o objetivo de compartilhar a representação de sentimentos e expressíµes humanas executadas sobre uma tentativa de perfeição estética e técnica, o Pátio das Artes promove oficinas de Pintura e Desenho. í‰ aí­ que acontece o pleno ato de criar intencionalmente.

 

 

 

 

No ateliê todas as terças-feiras.

 

 

Criação  

                      Solange Fernandes criou a cadeira BAILARINA, em formato antropomórfico, inspirada em uma bailarina, com suas poses e curvas sinuosas. Poética: Uma obra inspirada no corpo para confortar o corpo.  

 

Belo exemplar de criação

 

 

                          Os saraus    

                      O sarau é sempre bem-vindo e soma-se alegria nesses encontros. Ouve-se música, assiste-se filme, lê-se trechos de livros, faz-se poesia. Sarau é onde a gente reúne os amigos ligados í  arte e cultura. Assim, dando continuidade aos muitos momentos já oferecidos pelo Pátio, brevemente teremos uma apresentação desta arte com música, dança e poesia. Aguardem.

 

 

 

                                    Happy Cult Musical com o cantor Gardelito

 

 

 

 

 

 

Revista literária        

                Hoje o espaço é dedicado ao grande poeta Mario Quintana, que por felicidade via seguidamente e ouvia suas histórias bem humoradas, lá pelos anos 60 quando acompanhava meu aví´ nas manhãs até a Praça da Alfândega e de lá í­amos na Coletânea, um corredor ocupado por livros e jornais localizada na Rua da Praia. Por ali se encontravam intelectuais e leitores e os bate-papos eram longos. Assim, escrevi um poema ao poeta da praça…minha infância, da rua…minha juventude, da cidade…minha terra.    

              PERMISSíƒO

   

Da licença Quintana…  

de te saudar  

em minha fantasia  

e me encontrar  

na tua maresia…                                            

Da licença Quintana…  

de eu recorrer  

as ruas da cidade  

e então percorrer  

o chão de tua saudade…    

Da licença Quintana…  

de eu vir ousar  

seguir teu caminhar  

e no teu andar

 fazer o meu portar.              

 

 


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