Torres ainda não teve diagnóstico de gripe H1N1, mas autoridades de saúde alertam para cuidados

7 de julho de 2012

 

A Secretaria Municipal de Saúde de Torres, por intermédio da Vigilância Epidemiológica, relata que quatro casos suspeitos com internação hospitalar por Sí­ndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) foram registrados até esta quinta-feira (5/07). Os pacientes tiveram material coletado para identificação da existência do ví­rus H1N1. Apenas o resultado de uma analise foi divulgado, sendo negativo. Os demais laudos ainda não foram concluí­dos.

A recomendação da Secretaria Estadual de Saúde e do Ministério da Saúde é de manter a vacinação dos grupos de risco e de doentes crí´nicos, especialmente das gestantes e crianças de seis meses a menores de dois anos, que apresentaram as menores coberturas até o momento. Segundo informaçíµes da 18 ª CRS, as vacinas serão disponibilizadas aos municí­pios a partir de sexta feira (6/07).

Os casos suspeitos estão sendo medicados. Preventivamente as pessoas que apresentaram sintomas da doença já estão recebendo o medicamento Oseltamivir. Conforme a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Catarina Perusso Vieira, os casos só são confirmados mediante análise de material coletado, entretanto, preventivamente o antiviral, de nome comercial Tamiflu, é administrado nas primeiras 48 horas do iní­cio dos sintomas. O uso do fármaco é uma das principais açíµes no combate do ví­rus Influenza H1N1, explica.

A medicação está disponí­vel na farmácia do Posto Central durante a semana e nos finais de semana e a noite no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes. A outra medida fundamental é a prevenção. Hábitos de higiene são essenciais na prevenção da doença, explica Catarina.

 

Confira a conduta que deve ser adotada:

 

– Higienizar as mãos com frequência;

– Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

– Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

– Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;

– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

– Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;

– Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;

– Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possí­vel, ambientes com aglomeração;

– Ventilar os ambientes.

 

A respeito dos casos suspeitos a situação é a seguinte:

 

Caso 1– Paciente de Torres, resultado NEGATIVO

Caso 2– Paciente de Torres, foi transferida (necessitava UTI pediátrica , que

não tem no municí­pio) : AGUARDANDO RESULTADO

Caso 3– Paciente de Morrinhos do Sul: AGUARDANDO RESULTADO

Caso 4– Paciente de Arroio do Sal: AGUARDANDO RESULTADO

 


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