A Secretaria Municipal de Saúde de Torres, por intermédio da Vigilância Epidemiológica, relata que quatro casos suspeitos com internação hospitalar por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) foram registrados até esta quinta-feira (5/07). Os pacientes tiveram material coletado para identificação da existência do vírus H1N1. Apenas o resultado de uma analise foi divulgado, sendo negativo. Os demais laudos ainda não foram concluídos.
A recomendação da Secretaria Estadual de Saúde e do Ministério da Saúde é de manter a vacinação dos grupos de risco e de doentes crí´nicos, especialmente das gestantes e crianças de seis meses a menores de dois anos, que apresentaram as menores coberturas até o momento. Segundo informaçíµes da 18 ª CRS, as vacinas serão disponibilizadas aos municípios a partir de sexta feira (6/07).
Os casos suspeitos estão sendo medicados. Preventivamente as pessoas que apresentaram sintomas da doença já estão recebendo o medicamento Oseltamivir. Conforme a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Catarina Perusso Vieira, os casos só são confirmados mediante análise de material coletado, entretanto, preventivamente o antiviral, de nome comercial Tamiflu, é administrado nas primeiras 48 horas do início dos sintomas. O uso do fármaco é uma das principais açíµes no combate do vírus Influenza H1N1, explica.
A medicação está disponível na farmácia do Posto Central durante a semana e nos finais de semana e a noite no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes. A outra medida fundamental é a prevenção. Hábitos de higiene são essenciais na prevenção da doença, explica Catarina.
Confira a conduta que deve ser adotada:
– Higienizar as mãos com frequência;
– Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
– Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
– Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
– Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
– Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
– Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração;
– Ventilar os ambientes.
A respeito dos casos suspeitos a situação é a seguinte:
Caso 1– Paciente de Torres, resultado NEGATIVO
Caso 2– Paciente de Torres, foi transferida (necessitava UTI pediátrica , que
não tem no município) : AGUARDANDO RESULTADO
Caso 3– Paciente de Morrinhos do Sul: AGUARDANDO RESULTADO
Caso 4– Paciente de Arroio do Sal: AGUARDANDO RESULTADO


