Nos pronunciamentos da tribuna na última sessão da câmara de Vereadores de Torres, realizada na segunda-feira (2), dois vereadores – um da oposição e um da base aliada do governo Nílvia “ demonstraram em seus discursos certa preocupação com o alto índice de troca de secretários na prefeitura de Torres nestes onze meses de gestão do governo atual, eleito em 2012.
O vereador Alessandro (PMDB), em seu discurso na tribuna lamentou que a falta de planejamento nas pastas fossem conforme ele uma realidade para o governo. Ele lembrou que a municipalidade necessita de planejamento e ação para que não haja descompassos entre o que se quer e o que acaba ocorrendo nas secretarias. Para Alessandro, as promessas não cumpridas das obras da Joaquim Porto – que conforme denunciou teriam já de estar prontas pelas promessas e que não estarão encerradas, pelas suas previsíµes, até o verão – assim como a possível falta de conversa entre a abertura de buracos da Corsan e as novas vias planejadas pela prefeita para serem asfaltadas são exemplos que a falta de um secretariado fixo e sereno podem prejudicar na gestão.
Machado lamenta saídas e quer salários mais altos para secretários e vereadores
Já para o vereador Machado (PT), a falta de salários atraentes seria um dos fatores que estariam desmotivando pessoas que permaneçam em seus cargos nas secretarias do governo Nílvia. Ao lamentar a saídas de pessoas conforme ele bastante competentes do governo, ele afirmou que não há como um profissional se dedicar a estas tarefas de secretário, tendo de largar seus negócios ou serviços autí´nomos por um salário que não chega a R$ 4 mil por mês.
Machado aproveitou para abrir também sua dúvida quanto í justiça para com os salários dos vereadores de Torres. Conforme indicou em seu discurso na tribuna, atualmente até vereadores de cidades menores que Torres como Arroio do Sal, por exemplo,
estariam percebendo subsídios maiores do que os recebidos pelos edis torrenses.


