Vereadores voltam a cobrar ações do DNIT na BR 101

14 de novembro de 2011

O assunto BR 101 voltou a ser debatido através dos pronunciamentos dos vereadores na última sessão da casa legislativa de Torres, realizada na segunda-feira (7). í‰ que, embora o trecho do RS esteja praticamente finalizado, a cidade também recebe pessoas que dependem do trecho catarinense, que se encontra praticamente parado. Outra demanda local que interfere no dia a dia dos usuários torrenses que dependem da BR se trata do reflexo dos naturais impactos que a construção ou duplicação (que foi o caso) de uma estrada deste porte ocasionam no entorno da faixa de domí­nio, durante, e depois das obras realizadas.

   

Empreiteiras sem compromisso

   

O vereador George Rech citou a falta de comprometimento com datas na duplicação do trecho catarinense da BR para reclamar da mazela geral que para ele se instalou nas obras públicas, do paí­s, no RS e inclusive em Torres. Tenho certeza que vão mais dois anos para terminar o trecho catarinense, as terão ainda promessas, várias vezes, de que as obras encerrarão antes, disse Rech. E aqui em Torres acabamos sofrendo o mesmo. Os empreiteiros pegam as obras e acabam não se comprometendo com o cronograma, exemplificou. E o povo e todos nós sofremos, sem saber a quem culpar, desabafou o vereador.

 

   Pendências na parte de baixo do viaduto, na vila

 

Já o vereador Idelfonso Brocca criticou a falta de definição quanto í  adaptação pós- obra da parte de baixo do viaduto da BR,  que passa sobre a Vila São João. Brocca disse que a responsabilidade é da prefeitura, e que existem comerciantes instalados ali que já pensam em sair do ponto, tal é o pó que a parte não pavimentada do pós- obra ocasiona com o trânsito de veí­culos.

   

Passarelas não entraram sequer no projeto

   

 O vereador José Ivan Pereira procurou dar um discurso mais amplo sobre o processo. Ele disse que são previsí­veis os impactos que uma obra daquele porte ocasiona a todos.  Ivan reclamou, no entanto, da falta de critérios técnicos que as pessoas que projetam este tipo de intervenção se acostumaram Não admito que até hoje não tenhamos passarelas para que a população das vilas urbanizadas do entorno possa atravessar a BR com segurança", disse "Este tipo de equipamento deveria ser instalado lá no iní­cio da obra, para que justamente a população que mais sofre com os impactos pudesse ao menos ter segurança para tocar seu dia-a-dia, reclamou José Ivan.

 

   O vereador do PMDB, no entanto, se comprometeu de certa forma a cobrar do DNIT as pendências na estrada como, por exemplo, a falta da assunção da responsabilidade sobre a iluminação dos trechos que passam por Torres e o acabamento do entorno da Vila São João, do Campo Bonito do São Brás. Ele disse que, caso o DNIT não pavimente os espaços embaixo do viaduto, ele pedirá em nome do partido para que a municipalidade apresse este trabalho de terminar com a poeira do local.    


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