Atendimento na infãncia, bafí´metro para BM e alternativas de ensino e lazer nos bairros foram as conquistas do PPV em 2009

25 de março de 2010

   

                                    O vereador José Ivan Pereira (Centro na

                                 mesa) é o  presidente   do PPV em    Torres e

                                 coordenou a reunião  

Acompanhamento de jovens em conflito com

 a lei é uma das prioridades para 2010  

O Comitê Municipal de Prevenção da Violência realizou no dia 16 de março, a primeira plenária do ano de 2010. Mais de 20 entidades foram representadas no encontro que reuniu cerca de 30 pessoas no sala de reuniíµes da Secretaria Municipal de Saúde. Na plenária foi apresentado o relatório das açíµes de 2009 e o planejamento das açíµes que serão realizadas este ano. O objetivo do Comitê Municipal do PPV é identificar as caracterí­sticas da violência na cidade, servindo de base para as açíµes em Torres.  

Entre os destaques do ano de 2009, o Comitê comemorou a ampliação do número de visitadores do Programa Primeira Infância Melhor, conquista de mais uma viatura e um bafí´metro para a Brigada Militar, reforma do Posto Curtume, a construção do ginásio de esportes da Escola Zona Sul, a licitação de duas unidades básicas de saúde para Torres pelo Governo do Estado e criação de duas comissíµes de trabalho.   Já para 2010 o comitê espera o Plano de Uso da quadra da Escola Zona Sul, a implantação do programa RS Socioeducativo apara acompanhar jovens em conflito com a lei, capacitação diversas, mais encontros com a comunidade e a criação de mais comissíµes de trabalho.  

 

   Programa enfrenta a violência como tema

  de saúde e segurança ao mesmo tempo

   

O PPV, Programa de Prevenção í  violência é um projeto do governo estadual feirto em parceria com os municí­pios. A premissa básica do processo que busca diminuir a violência entre as pessoas e consequentemente a criminalidade considera que a seurança pública no Brasil e no RS se trata acima de tudo de um problema de saúde pública, e que alternativas voltadas para a saúde mental, espiritual e fí­sica das pessoas é a base de um recomeço de controle da segurança e da violência como um todo.

 


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