DNIT deveráconstruir solução paliativa” para amenizar a falta de segurança na BR 101

16 de abril de 2010

Comitiva de Torres em audiência no DNIT na Capital  

 

 

Comitiva de Torres participou de audiência na Capital para cobrar

 dos técnicos federais soluçíµes definitivas

 para os locais atingidos

 

 

 Através de agenda marcada pelo Deputado Federal Mendes Ribeiro (PMDB), por solicitação dos vereadores Gibraltar Vidal, o Gimi (PMDB), Rogério Evaldt, o Rogerinho (PP), Antenor Justo Behenck, o Tenora (PP) e George Rech (PTB), em viagem í  Brasí­lia na semana passada, uma comitiva de autoridades torrenses foi recebida na última quarta feira (14) na Capital Porto Alegre pelo superintendente regional do DNIT/RS, Vladimir Casa, para tratar de assuntos pertinentes as obras de duplicação da BR 101, no trecho que compreende Torres e seus vários bairros.

O prefeito João Alberto e o Vice Prefeito Valmir Daitx Alexandre, o Pardal, aproveitando suas agendas pré-marcadas na Capital, também participaram do encontro com os técnicos federais junto í  comitiva. O vereador José Ivan (PMDB),  que está envolvido há meses com assuntos ligados í  contrução da estrada também participou da reunião.  A reunião buscava basicamente soluçíµes para a localidade de São Brás e suas vias após as obras de duplicação da estrada e seu impacto na localidade. Conforme nota emitida para a imprensa pelo grupo após o encontro, os presentes cobraram do DNIT uma alternativa de passagem entre os dois lados da via duplicada do tipo passarela, além de várias demandas nas vias laterais, chamadas de agulhas.

 

   Projeto não prevê soluçíµes de segurança para as localidades  

 

Vladimir informou para o grupo que os itens demandados pela comunidade, mesmo sendo  eles importantes, não estão contemplados no projeto da obra de duplicação e dependem de aprovação em Brasí­lia,  para, após, serem licitados,  o projeto e a obra  separadamente, para, afinal, partir para sua execução. Mesmo assim,  após pressão das autoridades presentes, assumiu o compromisso de fazer um sistema paliativo, enquanto as obras necessárias do pleito não acontecem e   cumprem seus trâmites burocráticos na Capital Federal.

 Os vereadores Gimi e George Rech afirmaram que, para eles, se trata de falta de respeito, uma obra deste porte, após anos de projeto, não contemplar a comunidade do São Brás como deveria.  Sobre açíµes comunitárias que aconteceram na localidade protestando contra a segurança local, Vladimir  afirmou para o grupo que movimentos de fechamento da rodovia não criam soluçíµes, e sim afastam qualquer possibilidade de diálogo. Já os vereadores rebateram e afirmaram que as vezes é a única linguagem que existe, para que a sociedade saiba do descaso existente.


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