O HOMEM DE FAMíLIA
13 de agosto de 2010
A paternidade passou por uma profunda mudança nos últimos 50 anos. De lá para cá, o tempo que os pais despendiam por semana com filhos aumentou. Hoje há três vezes mais pais que ficam em casa do que há uma década. Por muitos anos, os pais eram coadjuvantes , como jogadores reserva de um time, participando dos cuidados do lar apenas na ausência da mãe. Nesta mudança cultural, social e psicológica, todos saíram ganhando, pois o filhos passam a estreitar laços mais profundos com a figura paterna, e sem dúvida sua educação torna-se mais rica afetivamente.
Os pais influenciam de maneira única as crianças, em especial, desempenham papel da lei, do limite, e favorecem o desenvolvimento cognitivo, das aptidíµes , enriquecendo suas habilidades verbais, e a crescerem sob o ponto de vista emocional.
Estudos mostram que crianças que têm pais estáveis presentes se saem melhor em quase todas as avaliaçíµes cognitivas, emocionais e sociais. Um maior grau de envolvimento paterno está associado, por exemplo, a maiores demonstraçíµes de afeto, sociabilidade, segurança e autocontrole, tendendo a se envolverem menos em comportamento de risco, respeitando regras socais e limites.
Por outro lado, homens que dividem com as mulheres as responsabilidades de cuidar dos filhos revelam mais satisfação e prazer em exercer seu papel paterno. Da mesma forma, as mulheres apresentam menor grau de estresse.


