Tenha bons sonhos!

3 de setembro de 2010

O sonho é uma construção da mente, ou seja, uma projeção do inconsciente, aonde revivemos cenas infantis, desejos, sentimentos, pensamentos, muitas vezes reprimidos pela nossa mente, mas que só podem reaparecer no sonho. Quando este conteúdo é muito carregado de afeto, podemos sonhar com   coisas que nos atormentam. í‰ quando temos, então, pesadelos, que são formados pelos nossos medos, angústias, e por nossos próprios fantasmas. Outras vezes, nem nos lembramos do que sonhamos, como uma proteção da mente, ao acionar a censura, como uma espécie de filtro, para que possamos acordar tranqí¼ilos sem lembrarmos daquilo que pode nos atemorizar.      

Podemos afirmar que a mente não dorme, sendo que sua atividade psí­quica continua durante o sono e que a dinâmica desse processo reflete na qualidade de vida do sujeito. O sonho é a expressão viva do inconsciente, que reflete o estado emocional no qual nos encontramos, e o que se passa dentro de nós. Assim, o sonho é uma função da mente importante para o equilí­brio psí­quico, ou seja, como um processador, o sonho tem a função de reequilibrar a mente: Nele elaboramos nossas vivências passadas e presentes.

 Portanto é desejável sonhar para a saúde e higiene mental, e para o próprio desenrolar sono. Estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 40% da população mundial têm algum problema com o sono. í‰ necessário ficar alerta quando as pessoas que apresentam irritação, falta de concentração, ansiedade ou excesso de sonolência durante o dia, pois elas podem estar sofrendo de algum distúrbio do sono. No último século o tempo de sono foi reduzido em 20%, o que significa cerca de duas horas por dia. Essa estatí­stica está muito ligada í  correria do mundo moderno, que impíµe um ritmo acelerado e maior número de atividades. Por isso, antes de dormir é apropriado e indicado que fiquemos expostos a menos estí­mulos possí­veis, pois do contrário nos agitamos, e isto pode dificultar um sono tranqí¼ilo. Procura, então,  não realizar atividades que nos despertem, como aquelas que exigem atenção, concentração, raciocí­nio, mas ao contrário, buscar aquilo que possa ser mais relaxante.


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