Vigilância Sanitária interdita máquina de bronzeamento artificial em Torres

De acordo com Lasier França, diretor de Vigilância em Saúde, esta foi a terceira máquina a ser interditada em Torres nos últimos seis meses, evidenciando uma fiscalização ativa contra o uso desses equipamentos proibidos

9 de fevereiro de 2024

Na tarde da última quinta-feira (08 de fevereiro), a Vigilância Sanitária de Torres, em ação conjunta com a Polícia Civil, procedeu com a interdição de uma máquina de bronzeamento artificial na cidade. O motivo da interdição é a proibição do uso dessas máquinas em todo território nacional, conforme estabelece a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 56/2009 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O dispositivo é considerado ilegal, sujeitando os responsáveis à aplicação de multas.

De acordo com Lasier França, diretor de Vigilância em Saúde, esta foi a terceira máquina a ser interditada em Torres nos últimos seis meses, evidenciando uma fiscalização ativa contra o uso desses equipamentos proibidos.

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A Anvisa alerta que o uso de câmaras de bronzeamento artificial pode aumentar em 75% o risco de desenvolvimento de melanoma, um dos tipos de câncer de pele mais letais, especialmente entre indivíduos que iniciam o uso desses equipamentos antes dos 35 anos de idade.

 

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Proibição imposta pela Anvisa reafirmada

Em um caso relacionado na cidade de Tubarão, em Santa Catarina, a Justiça Federal recentemente reafirmou a validade da proibição imposta pela Anvisa ao uso desses equipamentos para fins estéticos. A decisão foi sustentada pela Advocacia-Geral da União (AGU), que defendeu a manutenção da norma em vigor desde 2009.

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Publicado em: Saúde






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