Erliquiose (Doença do Carrapato) em cães e gatos: como a doença é transmitida

Apesar de mais comum em cães, a Erliquiose também pode afetar gatos, embora os casos sejam bem mais raros. O cuidado com a prevenção deve ser levado a sério em todos os lares com pets.

FOTO - Fisio CAre Pet
20 de agosto de 2025

A transmissão da Erliquiose acontece principalmente por meio da picada de carrapatos infectados, que costumam se esconder em cantinhos da casa, no quintal ou até mesmo durante passeios.

Quando o carrapato pica um animal doente, ele se contamina com a bactéria Ehrlichia. Depois, ao picar outro pet, transmite a doença. Por isso, mesmo pets que vivem dentro de casa precisam de proteção. Basta um passeio ou contato com outro animal contaminado para o risco existir.

Apesar de mais comum em cães, a Erliquiose também pode afetar gatos, embora os casos sejam bem mais raros. O cuidado com a prevenção deve ser levado a sério em todos os lares com pets.

Os sintomas da Erliquiose podem variar bastante de um pet para outro. Em muitos casos, eles começam de forma discreta, o que pode dificultar o reconhecimento logo no início. Mas tem alguns sinais que acendem o alerta e merecem atenção redobrada.

Veja os mais comuns:

Falta de apetite, febre, apatia e fraqueza, perda de peso, sangramentos (principalmente nas gengivas ou nariz), manchas vermelhas na pele, gânglios inchados, olhos avermelhados ou com secreção e dificuldade para se movimentar.

Esses sintomas podem aparecer juntos ou isoladamente, e também podem ser confundidos com outras doenças. Por isso, ao notar qualquer mudança no comportamento ou na saúde do seu pet, o melhor caminho é sempre consultar um médico-veterinário.

A Erliquiose, como já mencionamos, é muito mais comum em cães do que em gatos. Nos cães, o diagnóstico costuma ser feito por meio de exames de sangue solicitados por um médico-veterinário. Eles ajudam a identificar a presença da bactéria Ehrlichia e avaliar como a doença está afetando o organismo do pet, especialmente os glóbulos brancos, as plaquetas e outros parâmetros importantes.

O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos prescritos pelo médico-veterinário, além de cuidados de suporte, como alimentação adequada, acompanhamento clínico e, em alguns casos, reposição de vitaminas ou transfusão de sangue.

Já nos gatos, os casos de Erliquiose são raros, mas podem acontecer. O diagnóstico e o tratamento também precisam ser orientados por um médico-veterinário, e muitas vezes exigem exames mais específicos para diferenciar de outras doenças que apresentam sintomas parecidos.

A Erliquiose tem cura, mas o sucesso do tratamento depende muito do diagnóstico precoce e do acompanhamento feito por um médico-veterinário. Embora seja bem mais rara em gatos do que em cães, a doença pode acontecer e precisa de atenção especial.

O prognóstico varia de acordo com o estágio da doença no momento do diagnóstico. Quanto antes for identificada, maiores as chances de recuperação completa. Já em casos mais avançados, o tratamento pode ser mais longo e exigir suporte clínico intensivo.

O mais importante é não esperar os sintomas piorarem. Qualquer mudança no comportamento ou no apetite do seu gato já é um motivo válido para marcar uma consulta. Com cuidado e acompanhamento, é possível sim deixar a Erliquiose no passado.

Justamente por ser mais rara e com sintomas mais sutis, o diagnóstico em felinos exige ainda mais atenção do tutor e do médico-veterinário.

O tratamento, quando necessário, costuma envolver antibióticos específicos e acompanhamento clínico, com exames para monitorar a resposta do organismo. Cada gato reage de um jeito, então o acompanhamento próximo é essencial para garantir que tudo corra bem.

Mas além do cuidado, os gatos também nos ensinam muito durante esse processo. Eles costumam disfarçar sintomas e agem com mais silêncio quando algo não vai bem — por isso, qualquer mudança no comportamento, por menor que pareça, deve ser levada a sério.

Ah, vale ressaltar que um antiparasitário essencial para seu pet, sem dúvidas, é o antipulgas.

A melhor forma de proteger seu pet da Erliquiose é evitar o contato com carrapatos. Pode parecer simples, mas exige atenção constante — o carrapato não dá aviso, e basta uma picada para transmitir a doença.

Veja algumas formas eficazes de prevenir:

  • Use antiparasitários regularmente, conforme a recomendação do médico-veterinário. Eles ajudam a manter carrapatos e pulgas bem longe;
  • Faça inspeções frequentes no corpo do pet, especialmente depois de passeios ou contato com outros animais;
  • Mantenha o ambiente limpo e tratado, inclusive quintais, tapetes e caminhas. Carrapatos podem ficar escondidos nesses lugares por bastante tempo;
  • Evite locais com infestação conhecida, como áreas de mato alto, sem limpeza ou com circulação de muitos animais;
  • Consulte um médico-veterinário com frequência, mesmo que seu pet pareça bem. Check-ups ajudam a identificar qualquer sinal de alerta antes que vire um problema.

Depois que o tratamento da Erliquiose começa, o cuidado não para. Mesmo com a medicação e a recuperação dos sintomas, é essencial manter o acompanhamento constante para garantir que o pet esteja totalmente curado e saudável.

Para cães e gatos, os cuidados pós-tratamento e as medidas de prevenção incluem:

Acompanhamento regular com o médico-veterinário: O veterinário fará exames para garantir que a bactéria foi completamente eliminada e para monitorar a recuperação dos glóbulos vermelhos e plaquetas. Esse acompanhamento ajuda a detectar qualquer complicação logo no início.

Manter o pet sob observação: Embora o tratamento seja eficaz, o pet deve continuar sob vigilância nos dias seguintes. Fique atento a sinais como cansaço excessivo, perda de apetite ou alterações no comportamento, que podem indicar que algo ainda não está completamente certo.

Evitar o contato com carrapatos durante o tratamento e recuperação: Durante a recuperação, é fundamental que o pet continue protegido contra novos ataques de carrapatos. Isso ajuda a evitar que o problema se repita.

Cuidados gerais de saúde: Uma alimentação balanceada e rica em nutrientes, além de cuidados com a higiene e o ambiente, contribuem para a recuperação do sistema imunológico do pet e o fortalecimento geral da saúde.

Notou algo diferente no comportamento do seu pet? Falta de apetite, cansaço sem motivo, febre ou até sangramentos incomuns? Esses podem ser sinais de Erliquiose — e, nesse caso, não dá para esperar.

Também é importante buscar ajuda se você encontrar carrapatos no pet com frequência, tiver dificuldade em controlar infestações no ambiente e suspeitar que o pet teve contato com outros animais infectados, já estiver tratando a Erliquiose e notar piora ou novos sintomas.

A consulta veterinária é essencial não só para confirmar o diagnóstico, mas também para definir o melhor tratamento. Na dúvida, fale com um profissional. O cuidado começa com informação, mas continua com acompanhamento de verdade.

 

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