Nesta semana, a China promoveu um evento, com articulação mundial de propagação entre as forças comunistas e socialistas, inclusive aqui no Brasil, através influenciadores de esquerda e mídia contratada pelo governo federal, onde mostrou sua força bélica.
A China atualmente é a segunda força econômica mundial por conta de se abrir para o capitalismo, quando nas últimas décadas empresas multinacionais foram fomentadas a se estabelecer por lá, através de modelos de gestão e oferta de mão de obra barata e pouco burocrática. Ou seja, a China deu emprego para bilhões de chineses para que trabalhassem como mão de obra barata para capitalistas, que buscam justamente isto: custos baixos para serem competitivos. ‘Um gol’ que deu possibilidade de pessoas locais, que viviam na pobreza financeira absoluta, obterem ganhos e adquirirem mais coisas, o que penso que é o sonho da maioria dos seres humano (mesmo que seja errado para algumas correntes sociológicas) E o Mundo, inclusive a maioria das empresas americanas do Norte, aceitou… E deu certo.
A Aquisição ou produção de armamento, em níveis como foram apresentados pela força bélica da China, vêm dos recursos obtidos pelo país oriundos da produção de outros países dentro da China. O que deu certo também. Mas agora o presidente da China, Xi Jinping, resolveu “cutucar o leão com vara curta” … Colocando a busca da paz como lema, se colocou hipocritamente mostrando a força bélica de destruir o mundo em apenas poucos toques de botões detonadores.
Acho isto temerário… O presidente dos EUA, Donald Trump, já se sabe é um player mundial que entrou de novo no jogo, para trazer de volta as empresas americanas para dentro do país como forma de fazer seu slogan “Make America Great Again” funcionar de qualquer forma. E usou e tributações espalhadas pelo planeta (inclusive no Brasil) como cartas em um jogo de pôquer. E o Xi Jinping respondeu, mostrando suas unhas representadas pela força bélica. Qual será a resposta de Trump?
Que Deus nos ajude – e que realmente seja brasileiro, ao invés de ser fake news…
OPINIÃO – BRASIL: BRIGA POR UM LUGAR NO “PARAÍSO”
As judicializações no Brasil no âmbito político (e em outros) tem deixado o simples vivente (como o senhor e a senhora aí da poltrona) como espectadores, de um ‘filme policial’ na mídia a quase 40 anos. Desde a chamada redemocratização e a construção da Constituição brasileira em 1988, brigas pelo poder para estar na “Ilha da Fantasia” que se tornou Brasília tem sido o assunto. Os partidos políticos se multiplicaram, para participar das batalhas na Guerra pela posse do “arquipélago da mordomia”, por conta de nossa Carta Magna ser absolutamente relativa: TUDO PODE EMBORA, NADA POSSA.
A discussão acerca do “sexo dos anjos”, que consequentemente temos visto há 40 anos na cena do poder, chegou ao seu âmago neste 2025. O Poder Judiciário, acompanhado pela ampla mordomia que a “lei” o dá (de comer lagosta no almoço, andar de carro blindado que custa quase meio milhão, ter um “ staff” com pessoas muito bem remuneradas), para trabalhar nas hipóteses da interpretação da Constituição, para saber se a matéria cabe no lado que diz que TUDO PODE ou no lado que diz que NADA PODE, para dirigir de forma DITATORIAL o futuro de um ex presidente, que foi eleito por conta de uma barbeiragem deste mesmo poder (comedor de lagosta) – que prendeu e soltou outro ex-presidente após este passar por três instâncias da lei como condenado. E parece que a ‘divindade’ que se tornou o Poder Judiciário vai repetir a palhaçada anterior, prendendo e soltando a vítima da vez, ao focar todos da população para a cena já planejada – como uma história a ser feita e registrada de vingança de uma palhaçada com outra palhaçada.
No final, viventes como nós não sabem sequer onde esteve ‘a palhaçada’ do poder judiciário. Não se sabe qual a narrativa real. Não se sabe se a palhaçada estava (e esta e estará) na prisão ou na anulação do projeto da prisão. Ou seja: penso que a palhaçada continuará e terá mais novelas. Tudo pago por nós, que só conhecemos Lagosta em refeições por fotografia (na web, porque nem jornais e revistas podemos comprar).
NO RS: PESQUISAS COMPRADAS OU TROCA DE OPINIÃO ABRUPTA?
No Rio Grande do Sul, li uma pesquisa que mostrava a candidata Juliana Brizola na liderança, mas um mês depois vejo outra, de outro instituto, mostrando o contrário: Luciano Zucco em primeiro e Luciana Brizola em segundo. Infelizmente, penso que as pesquisas são direcionadas. Aqui em Torres eu (colunista) já cai em uma pegadinha divulgando uma pesquisa com um quadro como vencedor, quando o resultado das urnas deu o contrário, e sem receber nada de ninguém…Que golpe!
Na minha opinião o candidato ou candidata que irá vencer a eleição do RS será COM CERTEZA da via CENTRAL, ou seja: nenhum destes que aparecem em tempos de polarização entre esquerda e direita na briga pelo poder (opinião). O povo vai execrar quem se colocar em qualquer um dos polos radicais, por estar enfastiado destas brigas tragicômicas nas redes sociais, nas famílias e nos trabalhos.
Como Eduardo Leite tem problemas em se livrar dos dois polos, mas em minha opinião é um nome com muita chance para ser eleito presidente do Brasil – levantando a bandeira do equilíbrio e o princípio da economicidade pública como norte de uma gestão – o atual pré-candidato a governador Gabriel Souza terá o mesmo trabalho para se colocar longe de posturas radicais no poder, para (também em minha opinião) ser o nome mais viável para representar a via do meio no governo atual gaúcho.
Penso que o Rio Grande do Sul está quebrado. O sistema de Estados Federativos está quebrado ideologicamente. Portanto, o plano (ou os planos) devem ser de uma troca radical de paradigmas administrativos, tanto para quem quiser vender seu nome para governador do RS quanto para quem pretende ser eleito ‘o imperador’ do paraíso chamado Brasília… sugerem-se fortes transformações no sistema de poder para diminuir a dependência do Estado da população em troca de diminuição de mordomias e manipulações do corporativismo estatal, vigente desde 1988 no Brasil todo.
ACOMODAÇÃO OU OPOSIÇÃO ENFRAQUECENDO EM TORRES?
Em Torres parece que ‘as melancias estão se acomodando no andar da carroça’. A oposição resolveu ficar junto do governo do PMD/PDT e PT (usufruindo dos bônus da parceria e nos ônus eventuais) e o governo Delci inicia uma fase de apresentar coisas feitas, ao invés das tão constantes fotos de reuniões com papeis na mão (e acompanhado de pessoas de todas as áreas nas fotos).
Uma reunião do PP – anunciada no microfone de tribuna pelo vereador Gimi – compartilhou a decisão do seu partido, de alinhar que os quatro vereadores da sigla votem junto, no mesmo lado (aceitando ou rejeitando matérias). Só que já na primeira sessão (a mesma que Gimi anunciou a decisão) dois vereadores votaram de um lado e os outros dois do outro. Na matéria sobre a autorização de patrocínios pela prefeitura a eventos privados, somente Gimi Vidal e Carla Daitx votaram contra. Carlos Jacques e Rogerinho votaram a favor.
Não se sabe qual foi a decisão do PP sobre a votação deste projeto. Mas parece-me que Gimi e Carla votaram com o partido. Já Carlos Jacques e Rogerinho votaram contrário ao norte, solicitado pela agremiação.
Talvez na próxima janela de transferência partidária tenhamos movimentos partidários. E um deles pode ser dentro do PP, penso eu, pela sinalização desta semana. Olho no Lance!
*Editado por Guile Rocha
