Quem atravessa o hall de entrada da SAPT neste verão é imediatamente convidado a fazer uma pausa. Antes mesmo das quadras, das conversas animadas ou dos compromissos do dia, o clube se apresenta por meio de sua própria história. A exposição instalada logo na entrada transforma o espaço de passagem em lugar de encontro com a memória, revelando que a SAPT também sabe olhar para si e se reconhecer no tempo.
Réplicas das tradicionais barraquinhas, do icônico torreão salva-vidas, registros da história da natação e do tênis, a galeria dos ex-presidentes e um breve histórico dos 90 anos de trajetória compõem esse recorte expositivo. O clube, literalmente, se enfeitou da própria história. Não como algo distante ou solene, mas como parte viva do cotidiano de quem circula por ali.
Logo na entrada, um grande painel apresenta acontecimentos marcantes, momentos que ajudaram a moldar a identidade da SAPT ao longo das décadas. São fatos, imagens e memórias que não contam tudo, e nem poderiam. Toda exposição é sempre uma escolha.
Escolhe-se o que mostrar, o que destacar, o que lembrar. E é justamente nesse gesto que a memória se constrói: como recorte, interpretação e narrativa.
Essa exposição cumpre um papel fundamental de valorização, preservação e comunicação da história do clube. Para as crianças, é uma forma de descobrir que os espaços que hoje ocupam já foram vividos de outras maneiras. Para novos moradores e novos associados, é um convite ao pertencimento, uma porta de entrada simbólica para compreender a importância da SAPT na vida da cidade. Para quem já viveu muitos desses momentos, é a oportunidade de reviver, reconhecer-se e se emocionar.
Exposição revela trajetória da SAPT

Mais do que contar a história de uma instituição, a exposição revela como a trajetória da SAPT se entrelaça com a própria história do município. Clubes, associações e espaços de convivência são também produtores de memória coletiva. Eles registram hábitos, práticas esportivas, formas de lazer, encontros e transformações sociais que ajudam a compreender quem somos enquanto comunidade.
Ao ocupar seu hall com memória, a SAPT reafirma seu compromisso com a identidade local e com o cuidado daquilo que não se mede apenas em números ou datas: as experiências vividas. A exposição não é um ponto final, mas um convite permanente ao diálogo entre passado, presente e futuro.
Assim, entre uma chegada e outra, o clube lembra a todos que memória também é movimento. E que preservar histórias é, sobretudo, uma forma de fortalecer vínculos, cultivar pertencimento e seguir construindo novos capítulos.

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