Guilherme Pasin assume Frente Parlamentar em apoio ao Porto de Arroio do Sal na Assembleia Legislativa

Ao assumir a função (no lugar de Issur Koch), Pasin destacou a importância estratégica do projeto para o desenvolvimento do Litoral Norte, da Serra e de todo o Estado.

18 de fevereiro de 2026

 

O deputado estadual gaúcho Guilherme Pasin (PP) assumiu a presidência da Frente Parlamentar em Apoio à Implementação do Porto Meridional na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. A mudança ocorreu em razão do afastamento do deputado Professor Issur Koch, que retornou à condição de suplente.

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Ao assumir a condução dos trabalhos, Pasin destacou que o projeto é estratégico especialmente para o desenvolvimento do Litoral Norte e da Serra, além do fortalecimento da infraestrutura logística em todo o Estado. “Vamos trabalhar com diálogo, articulação e responsabilidade para que esse projeto avance, impulsionando investimentos e fortalecendo a geração de empregos e a economia”, afirmou. A defesa da matéria através da Frente Parlamentar deve concorrer com forças contrárias ao projeto que também se multiplicam no ambiente político.

 

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Previsão de desenvolvimento e geração de emprego, conforme defensores

Com investimento 100% privado em mais de R$ 6 bilhões (sem custo para o Estado Brasileiro), o Porto Meridional prevê a construção de um terminal marítimo de grande porte em Arroio do Sal, com capacidade para movimentar até 53 milhões de toneladas de cargas por ano, especialmente grãos, fertilizantes e produtos industriais. A estimativa é de geração de cerca de 1,5 mil empregos diretos, além de milhares de postos de trabalho indiretos.

Segundo Pasin, a implantação do porto em um ponto estratégico do Estado contribuirá para reduzir custos logísticos, ampliar a competitividade da produção gaúcha e fortalecer setores como a indústria e o agronegócio.

O parlamentar também ressaltou que o projeto não se contrapõe ao Porto de Rio Grande, mas atua de forma complementar. “O Porto Meridional é mais um instrumento para ampliar a capacidade de escoamento da produção e gerar emprego, renda e desenvolvimento para o nosso Estado. Trata-se de trazer de volta parte da carga que hoje é escoada pelos portos de Santa Catarina, Paraná e São Paulo”, afirmou.

 

 

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Publicado em: Política






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