A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), do governo federal, publicou na segunda-feira (20/7), às 8h06, release com o título “Chuva: governo reconhece emergência em municípios do RS”, sem explicar que os decretos são referentes a eventos meteorológicos que aconteceram entre os meses de maio e início de julho de 2026. (fonte governo do RS – site)
A ausência de data – tanto no título como no texto inicialmente publicado – desencadeou repercussão de veículos de comunicação, atribuindo os decretos datados entre 5 de maio e 6 de julho ao episódio de eventos adversos que o Estado do RS enfrenta atualmente. Nas publicações de alguns veículos, inclusive, foram usadas fotos ilustrativas das enchentes de 2024.
Penso que as informações corretas sobre o reconhecimento dos decretos e suas datas, as quais permitiriam checar serem relativos a eventos anteriores, estão públicas e são de fácil verificação online no Diário Oficial da União, o que corrobora para cabalmente provar o “erro grotesco” do governo federal. Penso ainda que isto sugere que possa ter havido certo aproveitamento eleitoral pelo “engano”.
OPINIÃO – HORA EXTRA E ARQUIBANCADA PARA SURFE

Torres será a primeira e única praia do Rio Grande do Sul a oferecer estrutura pública dedicada ao surf depois que o sol se põe, noturno. A novidade (que será implementada pela Prefeitura com grandes holofotes na Praia dos Molhes) resolve um grande desafio para quem estuda ou trabalha durante o dia e, as vezes, só encontra tempo para treinar à noite, além de atrair praticantes de fora e impulsionar o turismo esportivo na região.
OPINIÃO – Parabéns a prefeitura. Uma ação simples, mas que proporciona entregas complexas e profundas. Além de propiciar espaço para surfistas que trabalham ‘fazerem hora extra’ praticando seu esporte (lazer ou competitivo), a cidade aciona um de seus pilares de turismo, o surfe, como fomento ao aumento de frequentadores (surfistas e fãs) o ano todo. E vai ainda propiciar uma espécie de ‘arquibancada’ para os assistentes, que podem ir aos molhes assistir (e fotografar) as manobras dos surfistas também à noite.
OPINIÃO – SUBSÍDIOS PARA A CULTURA (DAR A VARA DE PESCAR AO INVÉS DO PEIXE)

A Prefeitura de Torres recebeu representantes do Fórum Livre e Permanente de Cultura de Torres (FORCULT) para uma reunião de apresentação e entrega de um dossiê contendo diagnósticos, propostas e apontamentos relacionados à política cultural do município. Conforme a prefeitura, agora o governo vai avaliar as demandas do grupo que representa parte do movimento cultural de Torres para ver o que pode prometer… ou entregar.
Penso que muito da cultura e as artes são viáveis somente com subsídios do poder público. Isso porque tem áreas que a comunidade não pode pagar para consumir ou para se sentir empoderada a partir dela, como patrimônio histórico arquitetônico, movimentos culturais de raiz e etc.
Propiciar pelo menos um Centro Municipal de Cultura (nem que seja somente um espaço físico) para que as atividades artísticas e culturais possam ser tanto cultuadas quanto consumidas pela comunidade (por preços mais acessíveis ou de forma gratuita) ajuda que a população desenvolva sua veia criativa e consiga completar suas capacidades naturais, ter mais saúde e flexibilidade emocional para suas atividades profissionais e de bem-estar social cidadão.
Ativar a cultura, paramim, se trata de dar ambiente e estrutura para que as atividades subjetivas da população sejam desenvolvidas (de dentro para fora e de fora para dentro). Não se trata de o poder público contratar (e pagar) para que os artistas sobrevivam com caches públicos, quando para isso o critério de contratação deve ser a meritocracia.
CRIAÇÃO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO SUL DE SC

O jornalista, escritor e historiador torrense Nelson Adams recebeu e aceitou o convite para ser membro do recém-constituído Instituto Histórico do Sul de Santa Catarina, com sede em Laguna. A solenidade de criação deste Instituto foi sábado, dia 18/6 no centenário Clube Bondin, em Laguna. “A diretoria tem na presidência o historiador e pesquisador Adilcio Cadorin, a quem agradeço a honra do convite, bem como aos demais confrades”, afirma Nelson em nota da divulgação de seu feito.
Ao evento compareceu o presidente e demais colegas do Instituto Histórico de Santa Catarina (do qual Adams também é membro desde 2016). “São instituições que promovem a pesquisa, estudo, guarda e compartilhamento da nossa História e Cultura”, comemora o torrense

