OPINIÃO – PARA O RS CRESCER, BASTA TRAZER INDÚSTRIAS

A planta e toda a rede de apoio industrial da General Motor, em Gravataí, é um exemplo ainda atual dos programas da época. Já a saída da Ford – apesar de um projeto articulado pelo governador Brito para a construção de um complexo da empresa em Guaíba - infelizmente é um exemplo negativo

2 de agosto de 2026
Coluna semanal de Fausto Jr. - A FOLHA - Torres - RS

Em 1994, Antônio Brito foi eleito governador do Rio Grande do Sul. Na época o já então governador, como resultado positivo colhido pelo trabalho de sua equipe de secretários altamente qualificada tecnicamente, anunciou planos e planos de ação que, na maioria, trabalharam para trazer para o estado indústrias de produção em escala mundial, consequentemente com investimentos importantes em capital e com garantia de sucesso por conta de os nomes estarem bem colocados no jogo mundial (Players).

A planta e toda a rede de apoio industrial da General Motor, em Gravataí, é um exemplo ainda atual dos programas da época. Já a saída da Ford – apesar de um projeto articulado pelo governador Brito para a construção de um complexo da empresa em Guaíba – infelizmente é um exemplo negativo, por ter sido abortado pelo governo seguinte (liderado pelo PT do então governador Olívio Dutra), quando a multinacional optou por direcionar seus investimentos para o estado da Bahia.

Penso que o RS tem uma população empreendedora, trabalhadora e bastante civilizada. Colocar no estado industrias mundiais, como forma de alimentar a logística oriunda das pesquisas operacionais das multinacionais para atender o mercado, além de ser eficaz para baratear os custos da planta deveria ser um ‘mantra’ para os futuros governadores do RS, sejam eles quem forem. O Estado trabalhando em parceria para entregar infraestrutura de rodovias, Ferrovias, Hidrovias, Energia, em troca de emprego, renda e geração de divisas e impostos para o RS, o resultado. Simples como ovo frito.

O resto do desenvolvimento vem como consequência da ativação desse verdadeiro fogo para o crescimento da qualidade de vida e a liberdade de escolhas da sociedade, alcançada (na minha opinião – modestamente) somente através da oferta de postos de trabalho e de empreendimentos que dão ao povo escolhas para o sustento de suas vidas e famílias, escolhas que atendam projetos diferentes de vida, a liberdade de cada um gaúcho.

 

2026: TORRENSES NO JOGO POLÍTICO ESTADUAL E FEDERAL

 

Vários partidos realizaram convenções no RS e consequentemente formalizaram suas posições nas coligações e apoios no pleito de 2026 para as majoritárias (Governador e Presidente) assim como formalizaram as candidaturas na proporcional (deputados e senador) que até então eram chamados de pré-candidatos.

De Torres, alguns nomes já estão sendo tornados oficiais e outros ainda são pré-candidatos por conta de não ter havido a convenção em suas agremiações. São eles: Bombeiro França, Carlos Tubarão, Carla Daitx ,  ⁠Dr. Fábio Amoretti, Efreu Quintana e Zé Milanez.

OPINIÃO – Além de esses nomes serem alternativas práticas para quem acredita (como eu)  que o voto distrital é uma  forma mais eficiente de regiões estaduais (como o Litoral Norte) terem mais representações diretas nas decisões políticas ( que trabalham com o resultado de uma carga tributária de quase 40% retidos na produção e no consumo dos simples  viventes como nós, em nome do ambiente coletivo dos brasileiros)m essas participações de políticos locais podem ser um dos trampolins para que esses mesmos nomes  possam subir de prateleira para, a seguir,  se candidatarem a prefeito de suas cidades no pleito municipal de 2028, que estão logo ali também. Olho nos lances!




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