OPINIÃO – POLÍTICOS NO RS DEVERIAM CORTAR NA PRÓPRIA CARNE, OU NÃO?

Diminuir o duodécimo obrigatório para o Poder Judiciário e departamentos afins, por exemplo, seria uma forma de iniciar uma modernização orçamentaria

31 de agosto de 2026
Coluna semanal de Fausto Jr. - A FOLHA - Torres - RS

Num Estado federativo que gastou durante anos mais do que tem para pagar despesas ordinária, as  ações de diminuição de custos em geral deveriam fazer parte dos programas de governo responsáveis que são a base do trabalho de políticos que agora pedem votos para o povo.

Penso então que o trabalho parlamentar também deveria ser focado em revisões de leis e produção de leis que ajudem o governo estadual a economizar, ajude a pelo menos que haja Produtividade (fazer o mesmo com menos recursos ou fazer mais com os recursos disponíveis no orçamento). Ter uma boa plataforma parlamentar não é fazer o papel de ficar quatro anos passando o chapéu para conseguir que o governo executivo realize vontades de segmentos da população com aportes financeiros ou serviços adicionais.  Ou deveria?

Projetos de Emendas Constitucionais (PECs – estaduais) deveriam fazer parte de plataformas de propostas eleitorais de deputados estaduais gaúchos. Diminuir o duodécimo obrigatório para o Poder Judiciário e departamentos afins, por exemplo, seria uma forma de iniciar uma modernização orçamentaria no RS para sobrar mais dinheiro para fazer efetivamente o trabalho para que o estado foi criado: Construir e manter estradas, portos, hidrovias e hospitais, por exemplo. Uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) para diminuir o duodécimo da própria Assembleia Legislativa também seria responsável, já que os valores gastos se relacionados com os investimentos são muito acima do razoável atualmente. Ou não?

Trabalhar estruturalmente às vezes tendo que cortar na própria carne deveria (em minha opinião) ser a parte principal das plataformas de políticos, tanto do Poder Executivo quanto do poder legislativo.

 

OPINIÃO – AMBIENTE QUE GERA EMPREGO, RENDA E IMPOSTOS

 

O Deputado Federal e candidato à reeleição, Alceu Moreira, esteve reunido com o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn, na segunda-feira (24/8). Na sede da entidade, Bohn e Moreira debateram sobre os cenários político e econômico do País e a necessidade de equilíbrio do gasto público.

Na ocasião, o presidente falou sobre a importância de aproveitar o momento de renovação da gestão pública para reforçar pautas capazes de acelerar o desenvolvimento do estado, quando entregou um conjunto de cartilhas que reúne propostas e recomendações voltadas ao fortalecimento da economia gaúcha e à construção de um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, aos investimentos, à geração de empregos e à melhoria da qualidade de vida da população. O presidente também destacou o Projeto Vai Turismo, que busca fortalecer o turismo como vetor estratégico de desenvolvimento econômico e regional. (Fonte Fecomercio)

OPINIÃO – Penso que trata-se de trabalhar politicamente no Brasil para que o Estado (nos três níveis) diminua despesas e diminua impostos e a burocracia para as empresas, para empresas grandes, mas principalmente para as pequenas. Penso que quando um empreendedor está trabalhando e competindo para manter sua empresa saudável e principalmente para desenvolver (crescer) sua atividade no mercado, esse mesmo empreendedor está sempre, mas sempre mesmo, trabalhando para ser mais competitivo (melhor que os outros – como time de futebol). E para ser mais competitivo obrigatoriamente têm que ter empregados que a trabalhem neste sentido, oferecendo um plano de remuneração que premie os colaboradores por conquistas positivas neste jogo pela vitória dentro do trabalho em equipe interna (como num jogo de futebol).

Aumentar imposto, aumentar burocracias e aumentar o custo para operação através de taxas governamentais como têm feito os governos, trata-se, ao contrário, de trabalhar no sentido inverso do desenvolvimento…  Colabora para deixar as empresas menos competitivas, para tirar horizontes promissores de empregados (por conta de não terem horizonte de crescimento) e, ainda e consequentemente, de gerar desemprego e estacionamento de renda dos trabalhadores.

O ambiente que facilite a competividade dos empreendedores é o que, penso eu, deveria ser o trabalho do governo numa gestão cognitivamente competente.

 

 CAPACITAÇÃO – DIFERENCIAIS LOCAIS GERAM GANHOS ÀS ATIVIDADES TORRENSES

 

A secretaria de Turismo de Torres está disponibilizando para torrenses e para pessoas que trabalham no turismo da cidade, uma espécie de apresentação de “trilhas tradicionais” locais para serem parte de instrumentos de serviços oferecidos não só por agências de Turismo, mas para donos e executivos de vendas de hotéis, de restaurantes, influenciadores, jornalistas e etc.

Penso que qualquer pessoa que trabalha profissionalmente com o turismo e veranismo locais deveria incorporar a cultura de recebimento de visitantes operada nos anos de turismo que sustentaram e ainda sustentam as famílias torrenses.

Diariamente nasceram pessoas ao longo dos anos que não conhecem nossas tradições de acolhimento, assim como milhões de outras cresceram financeiramente e consequentemente não receberam de seus pais as experiencias de virem a Torres como turistas, muitos por não terem recursos e outros por virem, mas para trabalhar “para o turista” e não “como turistas” que conheceram as tradicionais trilhas.

Fazer esse tipo de capacitação só aumenta o ambiente competitivo de Torres perante outras cidades, o que aumenta a chance de novos visitantes virem aqui e escolherem a cidade como a preferencial para passar férias e fazerem visitas. Uma vantagem que não custa nada, mas oferece muito…

Parabéns para a secretaria de Turismo de Torres pela idealização do programa de capacitação.

 

 

 

 

 

 




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