Depois De várias manifestações, na noite do dia 1º, foi a vez do jornal Folha de S. Paulo publicar um texto defendendo que Moraes renuncie ao cargo. Caso isso não ocorra, o tabloide apontou o impeachment do ministro por meio do Senado, como alternativa.
O editorial considera que as mensagens e os encontros de Vorcaro com o ministro, além da existência de contratos entre empresas ligadas ao Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro são uma “torrente de situações abomináveis”.
“Enquanto o ministro permanecer na sua cadeira, a desonra e o descrédito se acumularão sobre o tribunal. A atitude mais digna e rápida seria a renúncia do magistrado. Ela pouparia as instituições nacionais de um desgaste desnecessário e longo”, escreveu a Folha. ( Fonte CNN)
Opinião- Com as divulgações (que estavam em segredo) dessa semana acerca de pelo menos um dos ministros do STF (Superior Tribunal de Justiça) brasileiro, muita coisa que acometeu e outras várias que foram judicializadas até por serem consideradas “Fake News” (Notícia Falsa para os brasileiros) poderiam ter tido roteiros inversos dos que foram “apresentados” e finalmente “editados”.
Resumindo, o STF que não tem ninguém acima dele para julgar seus atos, pode estar sendo julgado por Deus e pode pagar seus pecados de forma exemplar, isso para quem acredita em Deus . Ou não?
OPINIÃO – PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA NÃO DEVERIAM SER PROBLEMA FAMILIAR?
Na sessão da Câmara de Torres, o vereador Rogerinho comentou (de novo) a necessidade de troca de lugar da Casa de Passagem que acolhe pessoas em situação de rua – que está ainda no bairro São Francisco/Praia da Cal. E sugeriu (como outros colegas já haviam o feito) que a clínica de recuperação de dependentes químicos “Renovar” (na Estrada do Mar) seja uma das alternativas para oferecer ao em situação de rua.
Cada vez mais penso que o problema das pessoas “em situação de rua” tem de iniciar na família de origem do protagonista, seja por uma escolha ou um sinal de doença. Os familiares têm, por lei, que atender pessoas de sua ligação direta. Mas, por lei, estes também tem que ser atendidos socialmente pela municipalidade – e isso acaba criando uma forma dos familiares se livrarem de suas obrigações para com os seus, o que terceiriza para a sociedade sadia o ônus de atender desleixos ou preguiças familiares no Brasil.
Ninguém obrigou os pais e avós das pessoas em situação de rua para que colocassem filhos no mundo. E se colocaram, cabe a eles atenderem casos de doença ou vulnerabilidade social dos seus, seja para providenciar moradia (nem que seja um canto numa casa da família), afeto ou providenciar tratamento contra dependência química nesses casos.
A lei que obriga esse serviço nas cidades poderia ter uma revisão. Em nome da JUSTIÇA. (penso eu).
PAVIMENTAR É PRECISO: TRATA-SE DE PRODUTIVIDADE NA MANUTENÇÃO E NO ORÇAMENTO
A vereadora de Torres Deise Clezar (PSDB) também em sessão da Câmara destacou a necessidade de operações de patrolamento em ruas de saibro, após as chuvas sistêmicas que assolaram Torres nos últimos dias. O vereador seu colega (e líder do governo Delci na Câmara) Dilson Boaventura explicou sobre o assunto, afirmando que “quando chove, as estradas de chão ficam ruins em qualquer situação e antes de três dias de sol, não dá para que a máquina opere para patrolar o piso e nivelar a via”.
Realmente, há ao menos 20 anos (idade do jornal A FOLHA Torres) sempre que o período é chuvoso, aparecem pedidos e pedidos de patrolamento nas estradas, sempre com certa crítica à secretaria de obras de todas as gestões que ocuparam a prefeitura de Torres nessas duas décadas. E quem pede é o morador da rua.
Penso que temos de avisar esse morador, explicando para ele isso: que, sempre que chover seguido, a rua vai ficar com buracos cada vez maiores, assim como ficar com barro até de atoleiros em alguns casos. E que, sempre que ficar muito tempo sem chover, o pó vai correr solto e atrapalhar moradores das vias, que não podem sequer colocar roupa no varal que essa, as vezes, fica tingida de vermelho tijolo pastel.
A colocação de camadas grandes de brita nas vias (como já vi em Arroio do Sal) em algumas ruas de saibro, penso que minimiza a chance de esburacar a rua, pelo menos por um período. Mas é um paliativo: somente com a pavimentação, a chuva não vai causar buracos e a seca não vai causar poeira. Pavimentar é preciso. E depois de pavimentar, nem precisa comprar e fazer manutenção em tantas patrolas nas secretarias de obras. Trata-se de produtividade orçamentária, penso eu
PATRIOTISMO, CIVISMO E ATIVIDADE SADIA
Em uso da tribuna da Câmara, o vereador de Torres Luciano Raupp (PSDB), após anunciar eventos de tradicionalismo e patriotismo que irão ocorrer em Torres (como o Desfile de 7 de setembro e o acampamento de comemoração do aniversário da Revolução Farroupilha), também deu a ideia para que a municipalidade de Torres implementasse um programa ou projeto para que todas as escolas públicas da cidade tivessem uma banda marcial como parte das atividades curriculares. Ele pensa que essa implantação, além de promover desfiles bonitos das bandas em eventos do calendário e fora do calendário oficial, faz com que os alunos também conheçam o aprendizado de um instrumento musical. Eles passariam por ensaios e apresentações que os exercita a trabalhar os instrumentos de forma orquestrada, o que, além de desenvolvimento pessoal de crianças e adolescentes, coloca outra atividade artística na vida delas, para que não sejam presas fáceis para atividades ou costumes tortos.
Acho muito boa a ideia. Parabéns ao vereador e sugiro que a secretária de Educação pense com carinho no projeto sugerido.
