Sobras na Conta Educação e í­ndice baixo na conta Saúde marcam resultados fiscais do segundo quadrimestre da Prefeitura de Torres

30 de setembro de 2013

 

Na terça-feira (24/9) a Câmara Municipal, através de sua comissão de Orçamento editou a Audiência Pública legal de apresentação pública dos resultados fiscais das contas da municipalidade. O orçamento do primeiro ano do governo Ní­lvia ainda teve a estrutura sugerida pelo governo anterior, que findou em dezembro de 2012. í‰ que os gestores atuais resolveram í  época manter as projeçíµes do governo anterior, mesmo já estando eleitos na formalização da peça orçamentária aprovada para este ano de 2013.

 

 No segundo quadrimestre Saúde investe 15% e Educação também

 

A diferença básica dos resultados se comparados í  exercí­cios anteriores foi o baixo percentual gasto em Saúde. Embora a Lei de Responsabilidade Fiscal exija que o percentual investido na pasta não fique abaixo de 15%, geralmente a prefeitura anterior investia mais de 20%. Esta é uma realidade da maioria dos municí­pios, por conta dos baixos repasses de Saúde enviados pelos governos federal e estadual.

Já na pasta da Educação, a prefeitura ainda não conseguiu chegar aos gastos mí­nimos exigidos pela lei, de 25% sobre o orçamento realizado. A demonstração estampou na audiência pública somente 15%. Mas as obras de términos das creches em andamento deverão fazer com que a municipalidade de Torres chegue ao final do exercí­cio investindo o mí­nimo exigido pela lei de responsabilidade dos gestores.

A possí­vel liberação de aumentos salariais judicializados há anos na cidade, por conta das diferenças da URV (1995) não pagas para os servidores públicos poderão, também, onerar o orçamento da pasta, o que sugere que a prefeitura deva estar provisionando recursos para eventuais ganhos judiciais da categoria dos funcionários públicos.

 

 

 

 

 

 

 


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