PARCERIA NA COLETA DE LIXO SELETIVO TERí ALAVANCAGEM DA PREFEITURA DE TORRES

26 de outubro de 2015

Máquinas conseguidas por convênio serão emprestadas í  cooperativa

Por Fausto Junior

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Foi aprovado por unanimidade, na última sessão da Câmara de Vereadores de Torres (19/10) o PL 31/2015, projeto de autoria da prefeitura municipal que formaliza novas cláusulas no convênio entre a municipalidade torrense e a Cooperativa de Reciclagem, Recolhimento e Industrialização de Materiais Recicláveis (CORBIM). A cooperativa já recolhe o lixo reciclável da cidade, mas agora deve aumentar a área e o escopo do recolhimento. Em contrapartida, a prefeitura irá emprestar í  entidade vários equipamentos que automatizam o processo de recolhimento e beneficiamento do material do lixo seco recolhido – que, adiante, é vendido pela cooperativa ao mercado que reutiliza os materiais no final do processo de reciclagem.

Maquinário é fruto de polêmico convênio com a FUNASA
As máquinas que serão emprestadas para a CORBIM foram recebidas pela prefeitura de Torres através de um convênio com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), órgão do governo Federal. O cadastramento ao convênio foi feito ainda no governo João Alberto e acabou sendo formalizado somente após a eleição de 2012 – se tornando conteúdo de disputa polí­tica entre a gestão da atual prefeita Ní­lvia Pereira e o governo anterior, que queria receber as máquinas ainda em 2011 (o que não aconteceu virou assunto polí­tico e polêmico). Mas o questionamento da FUNASA era justamente a falta de ví­nculo do convênio ao chamado movimento social dos Catadores, processo que atualmente foi feito e aprovado pelos vereadores, inclusive os da oposição (que ‘lutaram retoricamente’ na época de campanha). Portanto, a inclusão de convênio com a cooperativa que recolhe lixo seco e transforma-o em dinheiro aos cooperados foi cumprida. E os empregos e a renda, exigidos pela FUNASA estão garantidos da forma em que a fundação exigira á época.

São caminhíµes, máquinas e equipamento adquiridos pela prefeitura de Torres com o dinheiro oriundo do convênio junto a FUNASA que serão emprestados aos cooperados. O vereador Tubarão e a bancada do PMDB exigiram que houvesse uma espécie de seguro para garantir a integridade do maquinário, que de direito é da prefeitura de Torres e da sociedade local. A prefeitura, ainda, paga R$ 13 mil mensais í  Corbim. O restante da renda da cooperativa, utilizada para pagar os custos e a remuneração dos cooperados, é oriundo da venda do material reciclado.


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